A Vida de Nosso Senhor

A Vida de Nosso Senhor Charles Dickens


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A Vida de Nosso Senhor







Charles Dickens escreveu A vida de Nosso Senhor entre 1846 e 1849, justamente no tempo em que terminava David Copperfield. Ao contar novamente a vida de Jesus Cristo, baseado no Evangelho de São Lucas, Dickens esperava ensinar a seus filhos pequenos religião e fé. Como o escreveu exclusivamente para eles, Dickens recusou-se a permitir a publicação. Por oitenta e cinco anos o manuscrito foi guardado como precioso segredo de família, e foi passado de parente a parente. Quando Dickens morreu em 1870, o manuscrito foi deixado à sua cunhada, Georgina Hogarth. Daí ele passou ao filho de Dickens, Sir Henry Fielding Dickens, com a advertência de que não poderia ser publicado enquanto algum filho de Dickens vivesse. Nas vésperas do Natal de 1933, Sir Henry, então o último filho vivo de Dickens, morreu, deixando o manuscrito de seu pai a sua esposa e a seus filhos. E em testamento deixou a eles o direito de tomar a decisão de publicar A vida de Nosso Senhor. Por maioria de votos, viúva e filhos decidiram publicar o livro em Londres. Em 1934, Simon & Schuster publicaram a primeira edição americana, que se tornou um dos livros mais vendidos do ano.

Aventura / Bem estar e lazer / Comunicação / Crônicas / Entretenimento / História / Infantojuvenil / Jovem adulto / Religião e Espiritualidade / Romance / Suspense e Mistério

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Essa preciosidade do Carlinhos Dickens foi escrita entre 1846 e 1849. Ele escreveu baseado no Evangelho de São Lucas para ensinar aos seus filhos pequenos sobre a fé, o amor ao próximo, religião. Como era um livro escrito especialmente para seus filhos, ele não foi publicado e proibiu seus rebentos que o publicassem quando ele morresse e também proibiu que eles publicassem enquanto fossem vivos. Só poderia ser publicado, portanto, por algum neto. E abençoado neto ele teve que em 1934 d... leia mais

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Maurício Coelho
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05/10/2013 09:53:52