A Vítima Tem Sempre Razão?

A Vítima Tem Sempre Razão? Francisco Bosco


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A Vítima Tem Sempre Razão?





A luta política no Brasil se radicalizou, ganhou novas vozes e tomou as ruas e as redes sociais. O livro de Bosco é uma análise sóbria e ponderada – e a quente -- desse novo ambiente marcado por estridência e intolerância.

Nos últimos anos, o debate público no Brasil viu o fortalecimento de vozes novas e combativas. Feministas, movimentos negros e LGBTs tornaram-se protagonistas de batalhas por reconhecimento e contra o preconceito. O palco dessa disputa são as redes sociais, sobretudo o Facebook. A nova arena democratizou a discussão, mas também elevou a voltagem dos radicalismos, à esquerda e à direita do espectro político. É esse o cenário analisado por Francisco Bosco. Atento ao colapso das conquistas dos anos e aos efeitos das manifestações de Junho de 2013, Bosco traça um panorama inédito do novo espaço público brasileiro e examina em detalhe algumas polêmicas recentes, como a questão das marchinhas banidas por blocos de carnaval e o caso da garota branca que defendeu seu direito de usar um turbante. Inspirado na leitura de intérpretes do Brasil, como Gilberto Freyre e Sergio Buarque de Holanda, o autor mostra como a cordialidade, traço constitutivo da identidade brasileira, deu lugar nos últimos anos ao confronto aberto – e examina a consequências dessa mudança com doses generosas de argúcia, sutileza e sobriedade.

Filosofia / Política

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Resenhas para A Vítima Tem Sempre Razão? (1)

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"Lacrou"
on 30/8/18


Chico Bosco foi percuciente em sua análise: se a um tempo ele reconheceu a imprescindibilidade do que ele chamou de "movimentos identitários", a outro ele criticou, com muita lhaneza, algumas condutas perpetradas por agentes desses grupos que põem em risco direitos fundamentais de todos nós - e portanto incompatíveis com o que quer que se chame de democracia. Umas das coisas mais louváveis, foi a indagação subjacente à crítica: quem é o real inimigo? A quem a fúria, legítima, dos movi... leia mais

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João gregorio
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