Letícia Black


4.6
50 avaliações

Gêneros Ficção, Romance, Drama, Comédia | Nascimento: 22/02/1990 | Local: Brasil - Rio de Janeiro - Rio de Janeiro
Letícia Alves da Silva Lopes, nascida prematura em 22 de fevereiro de 1990, uma quinta-feira de carnaval apenas porque não queria esperar um ano inteiro pra curtir seu primeiro carnaval carioca. Criada com muito carinho na periferia carioca, mais especificamente no bairro de bangu e mais especificamente no sub-bairro (agora emancipado) de Senador Camará. Carioca da gema e orgulhosa, prefere o verão apenas porque gosta de curtir o Sol, mas o inverno é muito bem-vindo. Pisciana com ascendente em Gêmeos, tem personalidades múltiplas e pode mudar de humor a qualquer minuto, mas raramente muda de opinião, apenas quando se prova que está errada.

A mãe, professora de pré-escola, a colocou na escola da madrinha (que leva ‘lelê’ no nome por causa dela) apenas com 2 anos e meio de idade, mas ela preferia mais comer merenda e amassar o trabalho dos outros.

Quando completou 4 anos, foi colocada na escola por onde estudara por dez longos anos, a escola que a ensinou muitos dos valores dos quais ela preza e onde teve professores que a incentivaram a cultivar as duas de suas habilidades mais preciosas: atuar e escrever.

O mundo da leitura lhe fora apresentado muito cedo em forma de clasificados, páginas amarelas, gibis da turma da mônica e clássicos de ‘contos de fadas’.

Aos 7 anos, escreveu sua primeira estória para presentear a sua, então, melhor amiga Tainá em seu aniversário. Se chamava ‘a menina e o livro’ e consistia em uma menina que odiava tanto um livro que o jogara no chão para pisá-lo em cima, mas quando o fizera, o livro a sugou e a colocou em diversas aventuras em um parque de diversões onde os brinquedos e os animais falavam.

Aos 11 anos, seu melhor amigo (que a acompanha desde os 4 anos até os dias de hoje) Felipe, insistira tanto em chamá-la de Hermione que ela se chateara e pegara a coleção Harry Potter pra ler. E se encantou. Daí por diante, não parou.

Aos 12 anos, apresentada às fanfictions, começou a pensar em escrever sua primeira ‘fic’, uma horrível história chamada ‘dois opostos, uma história’. E, aos poucos, com a ajuda da sua primeira e amada beta Piu, foi se desenvolvendo de pouco a pouco e, sem dúvidas, evoluiu.

Aos 13 anos, foi obrigada a participar de um concurso de poemas com uma ‘redação’ que ela fizera rimar, sem querer, pela sua professora de português. Segundo lugar.

Aos 14 anos, ela foi apresentada ao drama da vida real. Seus pais se separaram e em muitas confusões, uma operação de apêndice e seu primeiro ‘namorado’, teve que lidar com coisas pelas quais não estava preparada e se voltou a escrever comédias românticas pra fugir de sua própria realidade. Até hoje, considera seu gênero favorito e o que fica melhor quando escrito por ela. Até hoje, ela foge de escrever dramas. Nesta época, surgira a primeira versão de Garota de Domingo.

Mudança de escola, adolescência, e problemas pessoais transformaram a doce menina em uma garota com problemas pra segurar o que quer dizer. Não que sinceridade seja ruim, mas falar demais sempre a meteu em grandes problemas. E isso já levou metade da família à delegacia.

Com a insistência de amigas maravilhosas, as chamadas The Black Pixies e as chamadas The Jedáis (embora as Pixies estejam nas Jedáis, eu não poderia deixar de citar os dois grupos e), aos 17 anos fora apresentada à McFLY e se apaixonou por Harry Judd no primeiro vídeo (o que o Haz acorda os guys *-*). Um mês e meio depois, ela terminou sua primeira fanfic de McFLY, chamada Brigadeiro. Essa fic fora escrita nos corredores da quarta escola que frequentara na vida, quando ela não falava com ninguém.

Isso não durou muito. Na primeira semana de aula, ela conhecera a que fora amiga e parceira na escrita de Fanfics por um longo ano, Tatá Fletcher. Uma amizade intensa e rápida, com decepções e passados demais.

Fanfics e fanfics foram sendo acrescentadas à sua lista no decorrer dos últimos anos, alegrias e tristezas e aprendendo um pouco com cada uma. Hoje, ela estudante de Letras da Universidade federal do Rio de Janeiro, 40 fanfics publicadas e muito orgulhosa de sem quem é e de ter a história que tem, ela diz olá!

E pra você que chegou até aqui, muito obrigada! Esse é um resumo do que eu vivi e do que eu aprendi. E não é uma história que eu costumo ficar contando…


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Bárbara
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Letícia Black
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