Baú de Ossos

Baú de Ossos Pedro Nava


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Baú de Ossos ##1


Memórias




Pletórico e envolvente na melhor tradição dos grandes ciclos romanescos, Baú de Ossos reconstitui a genealogia dos antepassados e os primeiros anos da infância do autor. Amigo de escritores, políticos e intelectuais eminentes como Carlos Drummond de Andrade, Juscelino Kubitschek e Afonso Arinos de Melo Franco, descendente de famílias ilustres de Minas Gerais e do Ceará, testemunha privilegiada da história do Brasil no século XX, médico respeitado no país e no exterior, o juiz-forano Pedro Nava deu início à redação de suas memórias em 1968, aos 65 anos. Até então um "poeta bissexto" - na célebre designação de Manuel Bandeira -, quase desconhecido fora dos restritos círculos modernistas, Nava assombrou o país em 1972 com a publicação da primeira parte da saga, Baú de Ossos. O livro, ao qual se seguiriam outros cinco extensos títulos e um volume póstumo, impressionou público e crítica pela maestria de sua escrita, que em muitos momentos se aproxima da melhor ficção, e pela precisão da reconstituição dos detalhes do passado mais remoto. Muito além de uma mera crônica autobiográfica, Nava realiza um vasto panorama da sociedade e da cultura brasileiras no século XIX e no início do século XX. Baú de Ossos se inicia com a descrição dos antecedentes genealógicos da família do autor, divididos entre Minas, o Nordeste e os burgos e castelos europeus onde viveram seus antepassados aristocráticos. Em seguida, sempre entremeando fatos históricos, observações pitorescas e anedotas familiares com suas primeiras lembranças, o autor narra acontecimentos vividos até seus oito anos de idade, marcados pela traumática morte de seu pai.

Biografia, Autobiografia, Memórias / Literatura Brasileira

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on 16/11/11


Li há quase 30 anos, mas ainda me surpreendo com as referências que construí com a leitura deste livro e dos seguintes. Impossível passar em frente à Santa Casa no Rio, e em tantos outros endereços ou situações, sem lembrar as impressões deixadas por Pedro Nava em suas memórias. Viagens de trem, a cristaleira da casa da tia-avó, a praia da Glória, os doces caseiros de fruta... Pedro Nava não se limitou a contar suas memórias, mas também a instigar a memória do leitor. ... leia mais

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Desejam69
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Marcos
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18/03/2012 00:40:10
Cardoso
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29/07/2018 19:33:57