Blue Nights

Blue Nights Joan Didion


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Blue Nights





Blue Nights tem início em 26 de julho de 2010, com a lembrança de Joan do mesmo dia, sete anos antes, quando sua filha Quintana Roo se casava em Nova York. Os jasmins em sua trança, sua tatuagem transparecendo sob o tule, os colares havaianos – detalhes simples que desencadeiam memórias vívidas da infância da jovem em Malibu, em Brentwood e na escola em Holmby Hills. Entre lembranças tocantes e, em alguns casos, dilacerantes, a escritora analisa seus próprios medos, angústias e dúvidas e, ao fazê-lo, compara sua vida ao período das chamadas noites azuis - ‘o oposto do declínio da claridade, mas também seu aviso.’

Biografia, Autobiografia, Memórias / Literatura Estrangeira

Edições (2)

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Blue Nights
Noites Azuis

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Resenhas para Blue Nights (3)

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Demasiadamente humano
on 6/2/16


Estampado na capa desse livro, Noites Azuis, de Joan Didion está escrito: a continuação de "O Ano do Pensamento Mágico". Não é bem assim. Não precisamos ler um para ler o outro. Ambos são ensaios belíssimos e trágicos sobre as dores naturais da existência humana, porque embora saibamos que será inevitável fugir da morte, é inevitável também sentir um enorme pesar pela morte de entes queridos. Mas não é só sobre a morte que Didion escreve: é sobre envelhecimento, esquecimento e entrega.... leia mais

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João gregorio
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13/06/2018 01:28:14