Blood Echos (Blood Echos ##1) -

    L. E. Royal

    NineStar Press, LLC
    2018
    299 páginas
    9h 58m
    ISBN-10: 1949909573

    When her abusive father finally goes too far, shy seventeen-year-old Rayne Kennedy finds that her savior is far from an angel. Lost and alone she is completely enraptured by the beautiful but murderous, Scarlett. Taken on an adventure by the vampire’s well-intentioned sister, Rayne is drawn into Vires, a dark and dangerous vampire world, where humans are little more than natural resources to be exploited.In a society that has been turned upside down while learning to live inside its constraints, Scarlett Pearce may not be much more than a slave to a power-hungry Government and the violent bloodlust that consumes her may be all her own. Before she loses herself in a world unlike anything she has ever known, Rayne needs to find Scarlett and the answers to those questions.

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    Anna09/06/2021Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Vampiras lésbicas por todo lugar...

    Vampiros seguem sendo meus seres fantásticos favoritos, nada chega perto do charme de um morto-vivo de alma emo e torturada né? Rayne é uma humana comum com uma vida bem merda, isso é o suficiente para gerar aquele reconhecimento e empatia com alguém que tá na merda, mas quando ela é salva por uma linda e assassina garota eu só conseguia pensar "EU TAMBÉM QUERO!" e com isso ela (e eu) entramos num limbo de decisões erradas que acabam dando certo (a autora escrevendo certo por linhas tortas). Scarlett é o sonho de toda menina, que assim como eu, cresceu lendo história sobre vampiros lindos e destruídos, mas ainda mais tortuosa e que em diversos momento te faz parar pra pensar "eu deveria estar apaixonada?", e a resposta saudável é sã séria um não, mas estamos aqui para um romance entre uma linda vampira e uma humana (que também é linda) que estão quebradas a sua maneira, machucadas e machucando, mas o amor é aquela substância sedosa que impede que as partes pontiagudas machuquem (mas nem sempre funciona). A Scarlett me faz pensar em como podemos nos machucar para proteger essa substância reconfortante que é amar alguém e como isso pode nos machucar e nos transformar em algo distorcido e distante. Já a Rayne me fez pensar, viver sem amar é realmente uma meia-vida né? Viver sem amor nos distancia da humanidade e nos torna suscetível a coisas ruins. Eu realmente gostei muito de Blood Echo, e eu consegui sentir culpa junto da Rayne por amar alguém que em teoria séria impossível de amar.

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