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    Atmósfera de Plomo - Las declaraciones de estado de sitio en la Primera República brasileña

    Antonio Gasparetto Júnior

    Tirant lo Blanch
    2019
    347 páginas
    11h 34m
    ISBN-13: 9788413134932
    Espanhol
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    Antonio Gasparetto Junior estudió la inclusión del Estado de Sitio en la Constitución de 1891. Esta figura constitucional significó un suceso trascendental en Brasil, ya que fue utilizada 44 veces y permaneció vigente en un 20% de los 39 años que duro la Primera República (1889-1891). El libro discute su implementación en la ley brasileña y nos explica los usos y abusos del Estado de Sitio de Deodoro da Fonseca hasta Washington Luis. A partir de un abordaje institucional, Gasparetto explora una variedad de cuestiones más exhaustivas, como la circulación transnacional de modelos jurídicos o el autoritarismo de la Primera República. La Constitución de Brasil, de tendencia estadounidense, estuvo regulada con rasgos de centralismo y autoritarismo francés. El Estado de Sitio, justificado originalmente en caso de invasión extranjera, fue tergiversado y usado en la conservación del orden social interno. A lo largo de la República, el Estado de Sitio sirvió como herramienta para reforzar el poder federal, como también para eliminar a los indeseables de las calles de la Capital Federal y descartar a los adversarios políticos. Según Gasparetto, el Estado de Sitio fue responsable de la muerte de cerca de 15.000 personas, entre los más vulnerables de la población urbana, y por el destierro de tantas otras. Esto demuestra, sin duda, que se trata de una investigación importante para este periodo crucial de la construcción republicana y de la cultura política y jurídica de Brasil.

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    Antonio Gasparetto Júnior profile picture

    Antonio Gasparetto Júnior

    Antonio Gasparetto Júnior é Pós-doutor em História pela Universidade de São Paulo (USP), Doutor (2018), Mestre (2014), Bacharel e Licenciado (2010) em História e Bacharel em Administração Pública (2017) pela Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), com estágio de doutoramento (Chercheur Invité) na École Doctorale d'Histoire Moderne et Contemporaine da Université Paris-IV-Sorbonne (2015-2016). Professor permanente do Mestrado Profissional em Administração Pública (PROFIAP/UFJF), Professor Formador na Universidade Federal Fluminense (UFF), Professor Conteudista na Universidade de Pernambuco (UPE), Professor Substituto no Instituto Federal do Sudeste de Minas Gerais (IF Sudeste MG, 2019-2021) e Professor Efetivo de Educação Básica (PEB) no estado de Minas Gerais (SEE/MG). Pesquisador integrado ao Laboratório de História Política e Social (LAHPS) e do Laboratório de Estudos e Pesquisas da Contemporaneidade (LEPCON). Membro da Associação Nacional de História, seção Minas Gerais (ANPUH/MG), da Sociedade Brasileira de Administração Pública (SBAP), da Association des Jeunes Chercheurs en Histoire (AJCH), do Instituto Brasileiro de História do Direito (IBHD), da Association Française des Jeunes Historiens du Droit (AFJHD), da Association of Young Legal Historians (AYLH) e do Conselho Internacional em Altos Estudos em Educação (CAEduca). Pesquisador dos GTs Cidadania, Trabalho e Exclusão (UFJF/CNPq) e Imprensa e Circulação de Ideias (FCRB/CNPq). Ex-secretário geral da rede internacional de pesquisa "Direitas, História e Memória" (UEM/CNPq) (2014-2020). Conquistou o segundo lugar no Premio de Investigación Doctoral en Historia del Derecho en América Latina (Valência/ESP, 2019). Suas pesquisas recentes concentram-se em questões relacionadas à cultura política, autoritarismo, história do direito, direitos e administração pública.

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    Minas Gerais, Brasil

    Antonio Gasparetto Júnior