O que você faria se tivesse a oportunidade de viver uma experiência única com seu crush musical da adolescência, aquele que fez muito sucesso nos anos 70?
Pois, bem! É com este cenário que, nos remete a Woodstokc de 1969, conhecemos Megan Miller, uma jovem professora universitária que está concorrendo uma vaga efetiva onde leciona; com seu currículo impecável e disciplina inquestionável, ela está convicta de quê, sua hora chegou.
Entretanto, a véspera de uma viagem para Londres, onde ela pretende buscar conteúdo histórico para conclusão de sua tese de doutorado, Megan é surpreendida por várias acusações de conduta e ética no trabalho; acusações que, a leva pensar, será o momento certo para essa viajem, para quê terminar a tese, se não vou ter mais um emprego?
Sem poder fazer nada, Megan embarca para Glastonbury e, deixa para trás todo o caos de sua vida profissional e um futuro incerto.
Más, sua chegada na pequena vila causar um grande alvoroço, pois seu vizinho de chalé é muito parecido com David Morgan, seu atual objeto de pesquisa e ídolo desde sua adolescência.
Não vou mentir para vocês, de início pensei que não iria rolar e demorei a me envolver com os personagens, más, à medida que fui conhecendo Megan, ficou claro que ela se sente culpada por acontecimentos do passado, e precisava se encontrar; agora, junte isso aos problemas de trabalho e pronto, ela teve motivo suficiente para embarcar em qualquer viagem.
David dispensa comentários, ele é o típico vocalista de banda de rock, onde nem o tempo foi capaz de apagar seu charme, sempre empenhado em manter Megan segura; eu, é claro, virei fã!
O livro tem uma trama envolvente, uma forte ligação entre os personagens e uma pitada de mistérios que aguça a curiosidade do leitor; a perfeita transição entre o passado e o presente foi essencial para uma ótima história de encontro e descoberta que, fica impossível não sonhar com um futuro promissor para o casal.