Entrar
    Book cover
    Compartilhar
    Editar
    • Sinopse
    • Edições0
    • Vídeos0
    • Grupos0
    • Resenhas1
    • Leitores39
    • Similares0
    Skoob logo

    Saiba mais

    Quem somosTermos de usoFale conoscoCentral de ajudaPrivacidade

    Fique por dentro

    Livros em destaque

    Explore

    LivrosAutoresEditorasLeitoresCortesias

    Siga nas redes sociais

    Baixe o app

    Google PlayApp Store

    La Colmena -

    Camilo José Cela

    Catedra
    2003
    365 páginas
    12h 10m
    ISBN-1: 0
    Espanhol
    3.8
    13 avaliações
    Leram21Lendo3Querem13Relendo0Abandonos2Resenhas1
    Favoritos0Desejados13Avaliaram13

    Opina Cela sobre su novela en la «Nota a la primera edición» que «La colmena [ ... 1 no es otra cosa que un pálido reflejo, que una humilde sombra de la cotidiana, áspera, entrañable y dolorosa realidad» (p. 7), y en la «Nota a la cuarta edición» dice que «éste es un libro de historia, no una novela» (p. 14). Los críticos, sin embargo, no coinciden con esta apreciación. Es cierto que la vida española está presentada de forma realista, con cierta veracidad, pero no con un realismo y una verdad totales; la novela se centra sólo en un fragmento, el más negativo y grotesco, de la sociedad española y quedan silenciados elementos importantes. Es significativa la ausencia de personajes tan presentes y significativos en la vida nacional de la época como los militares, falangistas y clérigos.

    Resenhas (1)Ver mais
    Lina Angelica M. Gumauskas picture
    Lina Angelica M. Gumauskas07/01/2013Resenhou um livro
    0

    Poesia Social

    Escrito e publicado por primeira vez, em 1953, Café de Artistas não pode ser definido como conto, teatro, ou romance curto. Seus personagens evocam uma mistura de sonhos, loucuras e realidades. No final, poder-se-a conta mais como comédia de erros de humor negro. Diálogos inteligentes e/ou sem nenhuma lucidez. Sobre o universo cultural e político de uma Espanha envolta em mistério. Limite do glamour da boemia e decadência da vida cultural; perda da inocência. Todos se conhecem, mas são estranhos entre si.

    curtir

    Estatísticas

    Avaliações

    3.8 / 13
    • 5 estrelas23%
    • 4 estrelas38%
    • 3 estrelas31%
    • 2 estrelas8%
    • 1 estrelas0%
    Camilo José Cela profile picture

    Camilo José Cela

    Começou o curso de Medicina na Universidade Complutense e assistiu a algumas aulas de Filosofia e Letras na Universidade de Madrid. Lutou na Guerra Civil, integrado no exército nacionalista de Franco, até que foi ferido por uma granada errante, tendo aí terminado a sua vida militar. Uma vez finda a guerra, dedicou-se ao jornalismo e ocupou vários empregos de carácter essencialmente burocrático, entre os quais o de censurador, que mais tarde o faria ser bastante criticado. Em 1944 casou com Rosario Conde Picavea, com quem teve um filho, Camilo José Cela Conde, nascido em 1946. No meio de um panorama caracterizado pela abundância de romances de escassa capacidade renovadora, em 1942 se produz um acontecimento de singular importância literária: a publicação de A família de Pascual Duarte (uma dura história ambientada num pequeno povoado: reflecte o mundo popular e campesino e a seres primitivos, de instintos primários e grandes paixões, onde destacam o ódio e a violência). Escrita com uma prosa brutal e crua, foi todo um acontecimento e deu lugar mesmo a uma corrente, conhecida como «Tremendismo». Em 1943, Pavilhão de repouso, sucessão de monólogos dos tuberculosos de um sanatório, aprofunda a linha existencialista, que em A família de Pascoal Duarte se tinha manifestado na caracterização da vida como algo absurdo. Em 1948, Viagem a Alcarria descrevia, ainda que sem excessiva crueza, um mundo rural atrasado e marginalizado, semelhante ao de A família de Pascual Duarte. A colméia, a obra mais importante de Cela, inaugura o realismo social dos anos cinquenta. Seria editado em 1951 em Buenos Aires, já que a censura tinha proibido sua publicação na Espanha por causa de suas passagens eróticas. Sempre inquieto e desejoso de procurar novos caminhos narrativos, sua seguinte novela, Mrs. Caldwell fala com seu filho (1953), afasta-se do realismo para mergulhar na mente de uma louca que dialoga com seu filho morto. Depois de um longo parêntese, em 1969 publica São Camilo 1936, novela experimental que, mediante um único monólogo interior, oferece uma descrição surrealista do primeiro dia da guerra civil num bordel de Madri. Entre suas últimas novelas destacam Mazurca para dois mortos (1983), ambientada na Galiza, e Cristo contra Arizona (1994), que continua sua linha experimentalista. Sua última obra publicada é Madeira de lei, e tem como argumento a vida dos pescadores da Costa da Morte.

    19 Livros
    5 Seguidores

    Camilo José Cela