A Viuvinha -

    José de Alencar

    Kindle Edition
    2020
    58 páginas
    1h 56m
    ISBN-10: B0884P145Q
    Português Brasileiro

    No Rio de Janeiro de 1844, dois jovens se apaixonam, Jorge e Carolina. Jorge era rico, o herdeiro de uma fortuna deixada pelo pai, mas ao tomar posse da riqueza, não sabe administrá-la e perde tudo em jogos e diversões. Quando conhece Carolina de quem fica noivo, já está falido e deve muito dinheiro a várias pessoas, então começa seu drama: se romper o noivado, deixará Carolina em situação ruim e com sua reputação prejudicada. Ele então resolve se casar para logo depois cometer suicídio. Na noite de núpcias, dá a Carolina uma bebida que a faz cair num sono profundo e vai embora de casa, intentando suicidar-se numa praia deserta, nesse momento, a história é interrompida com cenas de cinco anos mais tarde, quando Jorge adota uma identidade falsa para conseguir se recuperar financeiramente e então voltar a ser Jorge.

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    Juliana 14/08/2011Resenhou um livro
    2 (Razoável)

    Saindo do armário

    Uma coisa que eu desprezo nos brasileiros é o fato que podem não ter cultura alguma, detestar ler livros ou simplesmente odiar os clássicos, mas sempre têm medo de admitir isso. Então vou sair do meu armário e botar a cara à tapa aqui. A Viuvinha, de José de Alencar, é um dos piores livros que eu já li, e já li livros horríveis. Cuidado, diabéticos! Ele é meloso a proporções hediondas. Pelo menos uma vez por parágrafo você vai encontrar uma frase do tipo "o amor dos dois era como o sol da primavera brilhando sobre o orvalho no campo florido, e seus corações desaceleravam com blabblablablablablá". O livro até parece tentar construir um suspense, mas falha miseravelmente uma página depois, a não ser que o leitor seja obtuso o suficiente pra não perceber o que está acontecendo na hora. Sinceramente, não entendo como uma história em que absolutamente nada acontece pode ser tão longa. Até Crepúsculo, com páginas e mais páginas descrevendo o Edward "reluzindo como milhões de diamantes" não consegue ser tão brega quanto esse livro. Desculpe-me, Stephenie Meyer, mas José de Alencar é e sempre será o autor mais brega da história. Pronto. Falei mal do José de Alencar. Se atraí a fúria da Academia Brasileira de Letras, eles vão ter que lidar com isso, já que atraíram a minha primeiro, transformando livros incrivelmente escrotos em clássicos.

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