A subjetividade é um porto de onde não é fácil se desprender, mesmo para aqueles que se lançam à descoberta de novas paragens - tais como Macau, lugar ao mesmo tempo estrangeiro e familiar. O trabalho poético de Paulo Henriques Britto, indissociável do ritmo diário, obedece menos à inspiração, mais à oficina e ao suor. Essa necessidade orgânica do ato criativo denota um impulso de, por meio da subjetividade, arranhar a opacidade das coisas, atendendo ao incômodo - mas inescapável - impulso de endereçar ao mundo uma carta íntima.
Macau -
Paulo Henriques Britto
Claroenigma
2008
78 páginas
2h 36m
ISBN-13: 9788561041144
Português Brasileiro
Edições (2)
Ver maisEstatísticas
Avaliações
3 / 1- 5 estrelas0%
- 4 estrelas0%
- 3 estrelas100%
- 2 estrelas0%
- 1 estrelas0%

