Lafcadio Hearn's Japan - Stories and essays from Japan's most famous foreign observer

    Lafcadio Hearn, Donald Richie

    Tuttle
    2022
    255 páginas
    8h 30m
    ISBN-13: 9784805317143

    "The Japanese people are more mysterious than I imagined through Hearn's books." --Albert Einstein Lafcadio Hearn is the most significant early interpreter of Japan and Japanese culture for the West--a man who traveled to Japan when he was thirty-nine, and never left. Lafcadio Hearn's Japan presents Hearn's most famous stories and essays about his adopted land--recounting his love for its striking natural beauty and the rich character and customs of its people. The 18 fascinating essays in this book include: "In a Japanese Garden" Hearn's classic description of the meditative calm and serenity he experienced when visiting a traditional Zen garden just outside his back door "Strangeness and Charm" Expressing his deep love for the richness and beauty of traditional Japanese culture "In the Cave of the Children's Ghosts" An account of a journey to an isolated sea cave where the souls of dead children are said to congregate Lafcadio Hearn's Japan provides an unforgettable look at traditional Japan through the eyes of a sensitive and eloquent foreigner. This new edition features a foreword by Steve Kemme, a leading expert on Hearn and president of the Lafcadio Hearn Society (USA). It also includes 21 color photos showcasing the people and places which Hearn so lovingly describes. About the Author: Lafcadio Hearn (1850-1904) was one of the earliest foreign writers to publish stories and essays about Japan in English. Arriving in 1890, he taught English literature and began publishing books on Japan in 1894, soon becoming known as the most perceptive interpreter of all things Japanese to the West. His books on Japan include Glimpses of Unfamiliar Japan, Kwaidan and In Ghostly Japan. Steve Kemme is president of the Lafcadio Hearn Society/USA and a former reporter for the Cincinnati Enquirer, where Hearn formerly worked. He is a member of the Japan Research Center of Greater Cincinnati and has spoken at Hearn symposiums worldwide. Donald Richie (1924-2013), novelist, essayist, journalist, and film scholar, was born in Lima, Ohio, in 1924, but had spent most of the last sixty years witnessing and reporting on the transformation of Japan from postwar devastation to economic powerhouse. He was the author of some forty books of fiction and nonfiction, dozens of speeches and essays, and hundreds of book, film, and arts reviews.

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    Ricardo da Silva Machado22/08/2010Resenhou um livro
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    O moderno Japão de cem anos atrás

    Este livro é fruto da compilação de escritos de Lafcadio Hearn, também conhecido pelo pseudônimo japonês, Koizumi Yakumo, sobre a figura típica do povo japonês e seus mitos e lendas. O Editor é Donald Richie, crítico famoso no mundo das letras nipônicas por seus vários livros sobre estética e igualmente respeitado no mundo cinematográfico por seus inúmeros filmes e incontáveis participações. Este livro, que reúne alguns dos artigos mais famosos, ou, pelo menos, mais atraentes de Hearn, é uma tentativa de integração entre a visão do autor do homem japonês e de sua cultura, como os dois lados da moeda interagem entre si e como um influencia o outro. Diferente dos outros livros que o tornaram famoso, especialmente o “Kaidan”, este livro traz uma série de relatos que expõem a visão de Hearn com relação ao mundo em que viveu, o mundo que ele escolheu viver por conta própria, o Japão ainda recém saído de trezentos anos de reclusão e em rápida ascensão rumo à modernidade desenfreada dos anos iniciais do século XX, a mesma modernidade cega e desenfreada em que se encontra hoje em dia. Hearn tem quase sempre o poder de segurar o leitor quando transmite histórias do passado ou comparações profundas entre seus coabitantes nipônicos e seus conterrâneos ocidentais. A única falha de Hearn, se é que se pode julgar desta maneira, é que sua tendência à prosa poética por vezes cansa o leitor e nem sempre causa o efeito desejado, que talvez fosse justamente o de desenvolver uma narrativa tramada com poesia. A conclusão disso é que em alguns trechos de seus escritos, o ritmo fica tão diferente do que se esperava que o interesse na leitura vai se perdendo rapidamente. Críticas à parte, os contos, artigos e ensaios de Hearn ainda mantém a magia necessária para se enviar um leitor moderno para o Japão de mais de cem anos atrás, quando ainda era possível se ver samurais e gueixas em plena luz do dia.

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