Entrar
    Book cover
    Compartilhar
    Editar
    • Sinopse
    • Edições2
    • Vídeos0
    • Grupos0
    • Resenhas36
    • Leitores1260
    • Similares7
    Skoob logo

    Saiba mais

    Quem somosTermos de usoFale conoscoCentral de ajudaPrivacidade

    Fique por dentro

    Livros em destaque

    Explore

    LivrosAutoresEditorasLeitoresCortesias

    Siga nas redes sociais

    Baixe o app

    Google PlayApp Store

    Amar para sobreviver - Mulheres e a síndrome de Estocolmo social

    Edna I. Rawlings, Dee L. R. Graham, Roberta K. Rigsby

    Cassandra
    2024
    474 páginas
    15h 48m
    ISBN-10: B0CXJKC8BK
    Português Brasileiro
    4.7
    151 avaliações
    Leram220Lendo118Querem906Relendo1Abandonos15Resenhas36
    Favoritos3Desejados906Avaliaram151

    Em 1973, dois homens invadiram um banco em Estocolmo e fizeram quatro reféns. O impasse durou cinco dias e o comportamento dos reféns surpreendeu as autoridades suecas e o público que acompanhava pela TV. Por que os reféns pareciam gostar dos criminosos? Por que não fugiram quando tiveram oportunidade? Por que os reféns eram hostis com as autoridades que negociavam sua libertação? Por que se esforçavam para proteger os assaltantes? O afeiçoamento do refém ao sequestrador passou a ser chamado de síndrome de Estocolmo e o fenômeno continua fascinando curiosos até hoje. Na contramão dos que se indignam com o comportamento das vítimas, Graham defende que o papel da síndrome de Estocolmo é ajudar o refém a sobreviver. Com a vida nas mãos do sequestrador e não vendo como escapar, a melhor estratégia é adotar a perspectiva dele e conquistá-lo. Se ele gosta de você, é menos provável que ele te mate. A autora examina a literatura sobre reféns de sequestro, prisioneiros de guerra, membros de culto, prostitutas controladas por cafetões, vítimas de violência doméstica e incesto, e propõe uma teoria universal do abuso interpessoal crônico, baseada no conceito da síndrome de Estocolmo. Conhecendo as estatísticas de violência masculina e sofrendo com isso diariamente, por que as mulheres amam os homens? Por que não fogem quando têm oportunidade? Por que a maioria das mulheres é hostil ao movimento que luta pela liberdade das mulheres? Por que se esforçam para proteger os homens? Com base em experimentos psicológicos sobre as diferenças entre os sexos, Graham conduz a leitora numa jornada emocionalmente desafiadora, explicando a lógica por trás dos comportamentos femininos, e promete mudar para sempre a maneira como encaramos os relacionamentos entre homens e mulheres.

    Edições (2)

    Ver mais
    • book cover
    • book cover

    Similares (7)

    Ver mais
    • book cover
    • book cover
    • book cover
    • book cover
    • book cover
    Resenhas (36)Ver mais
    Letícia Alves picture
    Letícia Alves05/01/2022Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Leitura necessária para nós mulheres!

    Publicado pela Editora Cassandra, o livro é de 1994 mas atual como nunca. Começa nos explicando o conceito da Síndrome de Estocolmo clássica, para que depois possamos aplicá-la como uma teoria universal do abuso interpessoal crônico. A síndrome de Estocolmo social aborda questões psicológicas sobre como, no patriarcado, as relações de gênero são hierárquicas e, portanto, desiguais. Sendo assim, os relacionamentos heterossexuais, por exemplo, não são nada saudáveis no patriarcado. Além da heterossexualidade ser compulsória, ou seja, não há real liberdade de escolha, existe sempre a violência e ameaça de violência. O que torna a vida de nós mulheres subjugada às visões dominantes masculinas. Segundo a autora, existem 4 condições precursoras para a síndrome de Estocolmo: isolamento, percepção de bondade, de ameaça à sobrevivência e de impossibilidade de fuga. Todas essas condições se encaixam nas relações patriarcais! O livro faz vários questionamentos interessantíssimos e essenciais... também propõe formas de acabarmos com a síndrome de Estocolmo social, nos livrando do isolamento através de redes de apoio e conexão. É tudo muito louco sobre como nossas visões de mundo não são realmente nossas, e como aprendemos a tentar sobreviver diante de tanta dominação, abuso e violência. Para o patriarcado, é ótimo que as mulheres se dividam cada vez mais e se fragmentem por causa das diferenças. Mas os "privilégios" que algumas mulheres obtêm, são sempre condicionados pelo próprio algoz e têm um preço! Uma gaiola pode ser de ouro, mas ainda é uma gaiola. Os homens não vão salvar as mulheres da tirania deles próprios! Não adianta se apegar em homens "bonzinhos", eles nunca vão abrir mão dos próprios privilégios! E as mulheres que se privilegiam de alguma forma, precisam se questionar da onde esses privilégios vêm e a quem eles realmente servem. É importante entendermos que amar os homens não nos livra de sermos mortas e/ou sofrermos violência sexista. Amar pode ser muitas vezes um recurso de sobrevivência, mas sobreviver é o suficiente?

    23 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    4.7 / 151
    • 5 estrelas70%
    • 4 estrelas25%
    • 3 estrelas3%
    • 2 estrelas1%
    • 1 estrelas1%
    Edna Innerarity Rawlings profile picture

    Edna Innerarity Rawlings

    Dra. Rawlings se formou na Southern Methodist University, com bacharelado em sociologia e estudos sociais em 1956. Conseguiu seu mestrado na área de psicologia em 1963 e seu PhD em psicologia clinica em 1966 pela Universidade de Wisconsin. Como uma psicóloga clínica licenciada, dra. Rawlings passou a maior parte da sua vida profissional como professora, pesquisadora e psicóloga clínica em diversas universidade. Se aposentou em 2002 como professora emérita de psicologia.

    2 Livros
    1 Seguidor

    Edna Innerarity Rawlings