Não dá pra deixar de destacar a concepção visual do Albatroz nessa edição como a mais inusitada que já vi (e eu achando que o patinho feio era da HQ de leitura anterior...). Fizeram um barco com algumas hélices e só. Chega a ser hilário, longe da máquina das descrições verneanas que suscitava visão de alienígenas pelo público, num possante voador de 74 hélices...
Pra encurtar, o que guardo do romance cresceu enquanto aventura; fato que havia esquecido é que o Albatroz impressionava também com soar retumbante de buzinas enigmáticas; os chineses o rechaçaram com tiros de pólvora; e sobre a quadrinização, não empolgou com sua arte quase sem cenários em planos abertos e a idealização ridícula do Albatroz.
Será que ainda tem mais adaptações, se encontrar vou certamente conferir, seja em que idioma for...