Meet Our Hero . . . Gareth St. Clair is in a bind. His father, who detests him, is determined to beggar the St. Clair estates and ruin his inheritance. Gareth's sole bequest is an old family diary, which may or may not contain the secrets of his past . . . and the key to his future. The problem is--it's written in Italian, of which Gareth speaks not a word. Meet Our Heroine . . . All the ton agreed: there was no one quite like Hyacinth Bridgerton. She's fiendishly smart, devilishly outspoken, and according to Gareth, probably best in small doses. But there's something about her--something charming and vexing--that grabs him and won't quite let go . . . Meet Poor Mr. Mozart . . . Or don't. But rest assured, he's spinning in his grave when Gareth and Hyacinth cross paths at the annual--and annually discordant--Smythe-Smith musicale. To Hyacinth, Gareth's every word seems a dare, and she offers to translate his diary, even though her Italian is slightly less than perfect. But as they delve into the mysterious text, they discover that the answers they seek lie not in the diary, but in each other . . . and that there is nothing as simple--or as complicated--as a single, perfect kiss.
It's in His Kiss (Bridgertons #7) - (Bridgertons #7)
Julia Quinn
Edições (1)
Ver maisestamos no penúltimo membro da nossa barulhenta e amada família... finamente chegamos no livro da nossa menininha, a qual acompanhou todos os seus irmãos casarem e vivem o seu 'feliz para sempre' e finalmente chegou a hora de viver seu... então, caro e gentil leitor(a) vamos para a nossa resenha? Um romance leve, envolvente e cheio de personalidade, daqueles que você começa sem grandes expectativas e, quando percebe, já está completamente preso na história. Aqui temos Hyacinth Bridgerton, ou melhor, a nossa casulinha, que simplesmente não passa despercebida. Ela é inteligente, curiosa, observadora e tem aquele jeitinho direto que rende momentos muito engraçados ao longo do livro. Sério, tem cenas em que você só consegue pensar “casulinha, por favor, nunca mude”. Ao lado dela está Gareth St Clair, que chega trazendo um certo mistério e uma presença que combina perfeitamente com ela. A dinâmica entre os dois é uma das melhores coisas da história. Não é aquele romance que acontece de uma vez, ele vai sendo construído nos detalhes, nas conversas, nas provocações e principalmente na forma como um vai desafiando o outro. E é justamente aí que o livro brilha. Tem momentos que você ri com as respostas rápidas da casulinha, outros que você percebe aquele clima mudando devagarinho, e quando vê… já está prendendo a respiração em algumas cenas mais intensas, mesmo que tudo aconteça de forma sutil. O romance aqui não é só sobre grandes declarações, mas sobre pequenos gestos, olhares e aquela sensação de que algo importante está acontecendo, mesmo que ninguém diga em voz alta. A leitura flui muito bem, é leve, divertida e ao mesmo tempo cheia de momentos que fazem o coração apertar de um jeito bom. E quando você acha que já entendeu tudo… o livro ainda consegue te deixar curiosa, querendo saber mais, querendo ficar mais um pouquinho com esses personagens. É aquele tipo de história que termina, mas deixa um sentimento de “eu ainda não queria ir embora”. Recomendo muito. E diga me, gentil leitor… quantas histórias começam com simples curiosidade… e terminam se tornando impossíveis de esquecer? 🩷
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