Com a palavra seixo na mão fechada, esqueces que esqueces, do pulso irrompem, refulgentes, os sinais de pontuação, pela terra fendida como um pente vêm as pausas a cavalo, ali, junto ao cacho de oferendas, onde se extingue o fogo da memória, apanha-vos O Sopro. DIZEM-ME QUE O MACHADO FLORIU, dizem-me que não se pode nomear o lugar, dizem-me que o pão que o olha salva o enforcado, o pão que a mulher lhe cozeu, dizem-me que chamam à vida o único refúgio.
