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    Let the Great World Spin - A Novel

    Colum McCann

    Random House
    2009
    349 páginas
    11h 38m
    ISBN-13: 9781400063734
    4.2
    15 avaliações
    Leram17Lendo2Querem6Relendo0Abandonos1Resenhas1
    Favoritos2Desejados6Avaliaram15

    McCann's sweeping new novel hinges on Philippe Petit's illicit 1974 high-wire walk between the twin towers. It is the aftermath, in which Petit appears in the courtroom of Judge Solomon Soderberg, that sets events into motion. Solomon, anxious to get to Petit, quickly dispenses with a petty larceny involving mother/daughter hookers Tillie and Jazzlyn Henderson. Jazzlyn is let go, but is killed on the way home in a traffic accident. Also killed is John Corrigan, a priest who was giving her a ride. The other driver, an artist named Blaine, drives away, and the next day his wife, Lara, feeling guilty, tries to check on the victims, leading her to meet John's brother, with whom she'll form an enduring bond. Meanwhile, Solomon's wife, Claire, meets with a group of mothers who have lost sons in Vietnam. One of them, Gloria, lives in the same building where John lived, which is how Claire, taking Gloria home, witnesses a small salvation. McCann's dogged, DeLillo-like ambition to show American magic and dread sometimes comes unfocused—John Corrigan in particular never seems real—but he succeeds in giving us a high-wire performance of style and heart.

    Resenhas (1)Ver mais
    Ricardo Imaeda picture
    Ricardo Imaeda26/04/2013Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    As cordas bambas do mundo

    Em uma nublada manhã de agosto de 1974 Philippe Petit estendeu um cabo de aço no alto entre as duas torres do World Trade Center e caminhou sobre ele. Não apenas andou como também se ajoelhou, deitou, pulou, dançou e correu. É um momento sublime, uma epifania. Cento e dez andares, quatrocentos e cinquenta metros abaixo outras pessoas se equilibram sobre outras cordas, mas ao nível do solo. Essas histórias são contadas por Colum McCann em ‘Let the great world spin’ (‘Deixe o grande mundo girar’, na versão brasileira). Habitantes da cidade em suas ocupações e aflições deslizando pelo plano de ruas e avenidas, seus próprios fios tremulando no choque com as outras pessoas. Alguns seguem apenas no estribo da rotina. Outros alternam o dia com a perspectiva do eterno. Acompanhá-los em qualquer uma das trilhas é aceitar um convite para reencontrar chaves perdidas, iluminar cantos esquecidos. Não é o Bronx dos setenta um espelho tão distante assim. Nem os entrechos de perda, sofrimento e resistência. Nos vários percursos que várias vezes se tocam e se cruzam existe muito que pode significar em qualquer latitude. Lá está Gloria, essa senhora que sobrevive à morte de seus três filhos na guerra do Vietnam e à violência igualmente odiosa do preconceito velado, da lâmina dos assaltos, da indiferença, e caminha. Caminha sua dignidade, riscando a cidade com seu passo de quem vê a vida na sua inteireza. Que adota as duas meninas abandonadas à sorte das margens e rompe o ciclo de repetição a que elas estariam condenadas. Que vive o vácuo da perda mas sabe se deixar vibrar pela música, que lhe abre a porta do absoluto. Ela é apenas uma de tantas personagens ricas de humanidade que McCann sopra e faz nascer com a mais fina escrita. Com a mais aguda consciência. Um olhar profundo, que descobre as camadas e lhes confere sentido. Um olhar de cuidado, que compreende e se solidariza. Quem termina de ler o livro parece voltar ao giro do mundo com uma recarga de alimento. Para a alma a enfrentar as novas cordas que virão. E para o corpo, com sua generosa dádiva de equilíbrio e beleza. http://reliquus.wordpress.com

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