Entrar
    Book cover
    Compartilhar
    Editar
    • Sinopse
    • Edições0
    • Vídeos0
    • Grupos0
    • Resenhas0
    • Leitores17
    • Similares0
    Skoob logo

    Saiba mais

    Quem somosTermos de usoFale conoscoCentral de ajudaPrivacidade

    Fique por dentro

    Livros em destaque

    Explore

    LivrosAutoresEditorasLeitoresCortesias

    Siga nas redes sociais

    Baixe o app

    Google PlayApp Store

    Uma História à Margem -

    Chacal

    7 Letras
    2010
    250 páginas
    8h 20m
    ISBN-13: 9788575776964
    Português Brasileiro
    4.3
    3 avaliações
    Leram10Lendo1Querem5Relendo0Abandonos1Resenhas0
    Favoritos1Desejados5Avaliaram3

    Chacal mergulhou de cabeça, do último andar, na arte de viver a arte - e embarcou numa navilouca repleta das figuras mais emblemáticas da cena cultural brasileira das últimas décadas do século XX para entrar no novo milênio fazendo e refazendo a cabeça das novas gerações. Mais do que uma autobiografia repleta de aventuras, artimanhas e peripécias, Uma história à margem é um verdadeiro manual de sobrevivência de uma arte (da palavra vivida, falada, escrita e sentida) que não se pauta pelos padrões comerciais da cultura de massa.

    Estatísticas

    Avaliações

    4.3 / 3
    • 5 estrelas33%
    • 4 estrelas67%
    • 3 estrelas0%
    • 2 estrelas0%
    • 1 estrelas0%
    Ricardo de Carvalho Duarte profile picture

    Ricardo de Carvalho Duarte

    Poeta e letrista carioca, foi um dos primeiros poetas da década de 70 a se utilizar do mimeógrafo para divulgar sua poesia (à qual só se dedicou por ser incapaz de desenhar um cavalo), com o livro Muito Prazer (1971/2), na companhia de Charles Peixoto, que editou Travessa Bertalha 11. Em seguida teve um poema incluído na antológica revista Navilouca, editada por Torquato Neto e Waly Salomão. Em 1975 participou do grupo Vida de Artista, que contava com poetas como Francisco Alvim e Cacaso. Nesse ano lançou seu terceiro livro, América. Em 1976 teve poemas incluídos na antologia 26 poetas hoje, de Heloísa Buarque de Hollanda. Em seguida lançou Quampérius. Nessa época juntou-se a Charles Peixoto, Bernardo Vilhena e Ronaldo Bastos para fundarem o Nuvem Cigana, grupo que agitou a vida carioca do final da década de 1970, em especial com os happenings Artimanhas. Paralelo à poesia Chacal passa a trabalhar com grupos de teatro, escrevendo Aquela Coisa Toda para o grupo Asdrúbal Trouxe o Trombone, e Recordações do Futuro, para o grupo Manhas & Manias. Nesse período aproxima-se de Patrícia Travassos e Evandro Mesquita, futuros parceiros da banda Blitz, para a qual Chacal compôs algumas letras. Em 1983 veio a público Drops de Abril, reunião dos livros anteriores editada pela editora Brasiliense. Seus outros livros são: Comício de Tudo (1986) - crônicas que escreveu para o Correio Brasiliense -, Letra Elétrika (1994), Posto Nove (1998) e A Vida é curta pra ser pequena (2002). Desde 1990 é diretor do CEP 20.000.

    25 Livros
    31 Seguidores
    RJ, Brasil

    Ricardo de Carvalho Duarte