1588. O Gavião do Mar prepara-se para deixar a Inglaterra e enfrentar os navios espanhóis em busca de glórias e tesouros. O capitão Rodney, jovem corsário a serviço da rainha, fremente de orgulho e emoção, escuta o rangido familiar das roldanas correndo céleres pelas grossas amuradas. Madeiras chiam, velas começam a enfunar-se galhardamente. O poderoso galeão vai a caminho da América Central, terra de índios, piratas, ouro e prata. No cais apinhado, milhares de gritos de adeus. Os marinheiros respondem: “Adeus, Terra querida! Riquezas e aventuras à vista! Viva o Gavião do Mar!”.

