Viver só, diferentemente de ser um comportamento egoísta, cremos estar mais na condição de nova modalidade de tendência social, seja por decepções com uniões anteriores, seja por autovalorização e busca por qualidade de vida, aliada a procura por liberdade incondicional. Portanto, objetivamos apresentar às pessoas que assim optaram seguir na sua jornada algumas dicas comportamentais. Por serem “dicas” não necessariamente há obrigação de acatamento, afinal é o foro íntimo quem dita nossas regras pessoais. É abordado também o aspecto da qualidade dessa possível conquista de liberdade social e somos severamente críticos no ponto em que, se dessa modalidade de viver (ou seja, só), a pessoa apenas colher isolamento das demais, ela estará totalmente dessintonizada da natureza humana e social e precisará reavaliar alguns conceitos. Não está-se pregando isolamento, aliás muito pelo contrário, pois cremos que viver só não implica em afastamento social, somente cuidados extras que devemos ter para conosco mesmo, pois em momento algum quem vive só pode esquecer-se – isso precisa ser um exercício diário, sendo imperioso que a prioridade da pessoa seja a sua própria vida. Então, viver é o lema, e amar-se é a ordem!
