Um palco artisticamente iluminado. Jovens de corpo escultural e riso fácil. O aplauso e o delírio do público, principalmente o masculino. Olhos abertos para um mundo de sonhos. Era isso o que Lavínia entendia como vida de corista. E esse sonho a seduziu a ponto de deixar a humilde e severa casa onde nasceu e partir para a cidade grande, pois pretendia explorar seu charme e sua inteligência. E já contava com um primeiro cliente: o marquês de Sherwood!

