Entrar
    Book cover
    Compartilhar
    Editar
    • Sinopse
    • Edições1
    • Vídeos0
    • Grupos0
    • Resenhas41
    • Leitores1001
    • Similares3
    Skoob logo

    Saiba mais

    Quem somosTermos de usoFale conoscoCentral de ajudaPrivacidade

    Fique por dentro

    Livros em destaque

    Explore

    LivrosAutoresEditorasLeitoresCortesias

    Siga nas redes sociais

    Baixe o app

    Google PlayApp Store

    10 Livros Que Estragaram o Mundo - E mais 5 que também não ajudaram nada

    Benjamin Wiker

    Alêtheia Editores
    2011
    298 páginas
    9h 56m
    ISBN-13: 9789896223441
    Português Brasileiro
    3.6
    298 avaliações
    Leram396Lendo57Querem513Relendo1Abandonos34Resenhas41
    Favoritos0Desejados513Avaliaram298

    Já ouviu falar de Os Grandes Livros? Pois estes são o oposto. Desde O Príncipe, de Maquiavel, até O Comportamento Sexual dos Homens, de Alfred Kinsey, passando pelo Manifesto do Partido Comunista, de Karl Marx, estes livros muitíssimo influentes produziram guerras, genocídios, opressões totalitaristas, a destruição da família e experiências sexuais desastrosas. E, contudo, as ideias destes autores continuam a ser muito apreciadas; se quer saber, podem mesmo influenciar-lhe o pensamento, sem que o leitor disso se aperceba. O Prof. Benjamin Wiker vem trazer-lhe um antídoto. Neste livro notável, Wiker vai ao âmago de cada uma destas obras e, através de uma análise inteligente, culta e provocatória, vai demonstrar entre outras coisas que: - O Príncipe, de Maquiavel era um dos livros de cabeceira de Estaline e inspirou uma longa lista de tiranos; - O Discurso do Método, de Descartes «demonstra» a existência de Deus pelo simples método de fazer Dele uma criação do nosso ego; - O Manifesto do Partido Comunista, de Marx e Engels, podia ganhar o prémio de pior livro de sempre; - A Ascendência do Homem, de Darwin, prova que ele advogava a aplicação da «sobrevivência dos mais aptos» à sociedade humana; - Para Além do Bem e do Mal, de Nietzsche, lançou o apelo a um mundo governado exclusivamente pela «vontade de poder»; - O Mein Kampf, de Hitler, era uma espécie de «darwinismo espiritualizado», que explica o anti-semitismo genocidário do ditador alemão; Inteligente, chocante e instrutivo, este livro constitui um curso rápido sobre as ideias mais nefastas da história humana - e sobre a maneira de as evitarmos no futuro.

    Edições (1)

    Ver mais
    • book cover

    Similares (3)

    Ver mais
    • book cover
    • book cover
    • book cover
    Resenhas (41)Ver mais
    Cassia Silva picture
    Cassia Silva13/11/2015Resenhou um livro
    2 (Razoável)

    De certa forma, um exercício de má-fé intelectual

    Sou uma pessoa apaixonada por livros e, por conta disso, volta e meia me pego interessada por matérias/livros no estilo "Os melhores livros", "Os maiores livros" - e por aí vai. Por isso, ao ver um título tão forte e provocativo (ora, livros que 'estragaram' o mundo!?!), minha curiosidade foi atiçada e decidi lê-lo, para saber quais seriam essas obras literárias tão terríveis. Ao final da leitura, terminei profundamente decepcionada com o livro e com o autor. As razões, explicarei no texto que se segue. Logo de cara, ele nos introduz a quatro livros: "O príncipe - de Maquiavel", "Discurso sobre o método - de René Descartes", "Leviatã - de Thomas Hobbes" e "Discurso sobre a origem e os fundamentos da desigualdade entre os homens - de Jean-Jacques Rousseau", e explica ao leitor por que os considera danosos. Usando-os como base, ele segue apresentando outras dez obras que teriam sido de uma forma ou de outra inspirada por uma ou mais obras desse quarteto original (Manifesto do Partido Comunista, de Karl Marx e Friedrich Engels; Utilitarismo, de John Stuart Mill; A descendência do homem, de Charles Darwin; Além do bem e do mal, de Friedrich Nietzsche; O Estado e a Revolução, de Vladimir Lênin;O eixo da civilização, de Margaret Sanger; Minha luta, de Adolf Hitler; O futuro de uma ilusão, de Sigmund Freud; Adolescência, sexo e cultura em Samoa, de Margaret Mead; O relatório Kinsey, de Alfred Kinsey) - arrematando com o que ele considera como uma "menção desonrosa", o livro "A mística feminina, de Betty Friedan". Pois bem. De uma forma geral, o autor busca apresentar ao seu leitor do que trata o livro discutido no capítulo a ele dedicado, e apresenta o que em seu ponto de vista seriam os seus pontos falhos e as razões pelas quais ele acha que a obra em questão acabou mostrando-se danosa à humanidade. Ele tem alguns pontos de vista realmente muito interessantes, e que merecem uma atenção especial, principalmente quando trata dos livros de temática científica, onde questiona os métodos científicos empregados para se chegar aos resultados apresentados nos livros, bem como faz indagações incômodas, porém, bastante relevantes: muitos desses cientistas eram pessoas que tinham estilos de vida fora dos padrões e, então, não seriam a finalidade dessas pesquisas apresentadas, mais do que revelar a verdade, servirem de fundo para “validar” o que até pouco tempo antes da publicação dessas obras era considerado tabu? (isso ainda é uma realidade em nossos dias, onde um cientista denuncia os malefícios de determinado alimento e, dias depois, outra pesquisa surge, negando completamente a primeira, e por aí vai...). Ou nos sobre política, onde se fala sobre um sistema de governo utópico que, quando se torna real, se mostra tão nefasto quanto o regime anteriormente combatido (no caso, o comunismo) – e por aí vai. Mas nem tudo são flores. Uma leitura mais atenta mostra que esta mesma obra poderia ser incluída em uma lista de livros que poderiam produzir grandes estragos após uma leitura mais superficial ou descuidada. Logo de cara, incomodou-me em muitos dos livros abordados a obsessão do autor com o fato de o escritor ser ateu, e o ateísmo do escritor como sinônimo de mente distorcida e usina de más ideias. Curiosamente, um dos únicos livros apresentados cujo escritor seria religioso (Mein Kampf, de Adolf Hitler), poderia levar um leitor mais atento a se questionar: "Ora, o cidadão ali era religioso e olha só no que deu!". Astutamente, ele resolveu essa situação explicando que Hitler era um ateu no seu íntimo, e um religioso seletivo no público (ou seja: quando de seu interesse, negava ou apegava-se à religião a seu bel prazer). Outra coisa que me incomodou bastante foi a escolha de determinados exemplos pelo autor para se fazer mais claro, e que considerei capciosos, na medida em que tocavam em temas em que mesmo nos dias de hoje, em que as pessoas têm um acesso maior e mais fácil à informação, ainda assim provocam discussões acaloradas e que, muitas vezes, beiram a irracionalidade (como o aborto, ou o relacionamento entre pessoas do mesmo sexo, por exemplo). Aliás, admirou-me muito que entre tantos livros “denunciados” pelo autor, não constasse nenhum de temática/autor religioso (e vários poderiam ser incluídos nesse rol, como o nefasto Martelo das Feiticeiras – o Malleus Malleficarum). Depois, ao ver no final do livro que o escritor era um teólogo, minha admiração transformou-se em decepção ao notar que, mais que o desejo honesto de debater sobre o tema em questão, havia (disfarçado sob uma argumentação esperta e ardilosa) o desejo de provar um ponto de vista conservador baseado na crença, entre outras coisas, de que nada de bom pode advir da cabeça de pessoas que não têm uma base religiosa ou tradicionalista. No fim, achei muito sensacionalismo por nada. De certa forma, um exercício de má-fé intelectual. Afinal, NENHUM dos livros listados lá deveria estar em uma lista de livros que “estragaram o mundo”, e NENHUM deles deveria ser impedido de ser publicado. Não nego que há pessoas mais fracas que são suscetíveis a determinadas idéias, mas, em minha modesta opinião, não foi o texto publicado nesses livros que “estragou” o mundo – mas sim a leitura apressada, preguiçosa, sem reflexão, feita por determinadas pessoas, que não procuraram se aprofundar, ver todos os ângulos da questão que estava sendo abordada. A arrogância de determinados leitores considerados mais cultos e que, ao verem determinadas credenciais diante do nome dos autores das obras (PhD, MD, etc.) as tomaram como expressão total da verdade – entre outras inúmeras razões que poderiam ser apontadas aqui. Quer seja impresso em papiro, papel, digital – não interessa como seja produzido um livro. Ele sempre estragará o mundo quando você abrir mão do controle ao lê-lo, e permitir (por mais que seu ponto de vista seja semelhante ao do autor) que outra pessoa pense por você.

    32 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    3.6 / 298
    • 5 estrelas31%
    • 4 estrelas30%
    • 3 estrelas18%
    • 2 estrelas11%
    • 1 estrelas10%
    Benjamin Wiker profile picture

    Benjamin Wiker

    Obteve seu PhD em Ética pela Vanderbilt University. É Senior Fellow do St. Paul Center for Biblical Theology e Fellow do Discovery Institute. Tornou-se conhecido com a publicação do livro "Darwinismo Moral". Ele e sua esposa moram com seus sete filhos na região rural de Ohio.

    7 Livros
    11 Seguidores

    Benjamin Wiker