A Wrinkle In Time - Time #1

    Madeleine L'Engle

    Square Fish
    2007
    256 páginas
    8h 32m
    ISBN-10: 0312367546

    It was a dark and stormy night; Meg Murry, her small brother Charles Wallace, and her mother had come down to the kitchen for a midnight snack when they were upset by the arrival of a most disturbing stranger. "Wild nights are my glory," the unearthly stranger told them. "I just got caught in a downdraft and blown off course. Let me sit down for a moment, and then I'll be on my way. Speaking of ways, by the way, there is such a thing as a tesseract." A tesseract (in case the reader doesn't know) is a wrinkle in time. To tell more would rob the reader of the enjoyment of Miss L'Engle's unusual book. A Wrinkle in Time, winner of the Newbery Medal in 1963, is the story of the adventures in space and time of Meg, Charles Wallace, and Calvin O'Keefe (athlete, student, and one of the most popular boys in high school). They are in search of Meg's father, a scientist who disappeared while engaged in secret work for the government on the tesseract problem.

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    Soraia Sumie22/05/2015Resenhou um livro
    3 (Bom)

    Livro infantil que mistura fantasia e sci-fi. O pai da Meg, personagem principal, desapareceu há quatro anos, o que causa muita fofoca e especulação no bairro em que mora. Ela é irmã de um menino prodígio que a leva, num certo dia, para conhecer a Sra.Whatsit, uma espécie de bruxa do bem, que diz saber onde o pai deles está. A partir disso que começa a aventura das crianças em outros planetas, colocando pitadas de ficção cientifica e explicando, por exemplo, o que seria uma quinta dimensão (e tenho que confessar que essa explicação me ajudou a entender um pouquinho melhor o (incrível) filme Interestelar). O começo é extremamente chato, só ficando interessante mesmo lá para o meio, quando eles chegam ao planeta Camazotz, onde as pessoas são praticamente robôs e agem todos da mesma forma. Deu pra entender a crítica da autora sobre uma sociedade que não pensa e que é altamente influenciável pelos seus governantes, que no caso desta história, é um cérebro gigantesco que fica no meio de uma sala chamado It. It estabelece algumas diretrizes: uma sociedade boa é uma que se submete; a diferença cria problemas; o lema a ser seguido é “alike and equal”. E é aí que entra a Meg, para questionar isso tudo. Achei uma leitura arrastada em certas partes, e a chatice da protagonista não ajudou muito, mas o tema central é ótimo para fazer o leitor (jovem a princípio, mas para os adultos também, por que não?) pensar.

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