Através de seu percurso da foz à nascente do rio São Francisco, a autora busca uma aproximação com uma maneira de ver a filosofia, com um modo de caminhar na vida e uma experiência do pensar que se põe à escuta de outras. Seguindo essa trilha, põe em diálogo a sensibilidade para a poesia da natureza encontrada na tradição sertaneja com alguns aspectos do pensamento de Heidegger e Eckhart.