Encontrei o "Seven Days in Rio" no blog do Palahniuk e , portanto, quem seria eu pra desdizer que uma indicação do querido Chuck seria boa? Na primeira caçada ao livrinho de 148 páginas, descobri que não só não existia em português, como jamais existiria. O Livro havia sido banido do Brasil por conta dos absurdos relacionados a nossa terrinha, descrita lá ( e em muitos outros lugares ) como "a-capital-do-sexo". Na primeira oportunidade que tive de ir até a gringa, trouxe comigo o tal livrinho maldito e caí dentro. O blá-blá-blá é sobre Mr. Cantor, um coroa que vem ao Rio à procura do tão falado turismo sexual. E é isso aí. Quer mais? Não tem. E perdoe-me se parece ser uma crítica a falta de conteúdo do velho, mas é que não tem mais nada mesmo. Tirando uma piadinha ou outra, aqui e ali, o livro não passa de uma crônica besta estendida e pobremente fantasiosa. O tal Levy, que diga-se de passagem mencionou nunca ter sequer pisado no Rio, enveredou por um caminho cheio de putas, travestis perigosos, psicanálise, hotéis, surubas, submundos sem nem se dar ao luxo de construir uma trama de fato. Todos os elementos criados passaram em vão sem nem mesmo um final estilo "desculpa-a-estória-toda-mas-olha-onde-isso-foi-parar-!". Nada. Neca.
Talvez eu tenha entendido mal o velho Chuck e seu post. Talvez fosse apenas um excelente escritor defendendo o amigo da opressão besta da nossa parte. Mas, Palahniuk, teu amigo é ruim mesmo!
Vale pra estudar inglês.
Beijos e inté!