No último quarto de uma casa no Sussex, é encontrado um assombroso documento pessoal, a confissão manuscrita do propietário falecido, um brilhante jornalista chamado Martin Yorke. Escrito durante o confinamento espontâneo e expiatório de Yorke no pequeno quarto, esse manuscrito, serve de base ao presente romance vigoroso sobre o sentimento de culpa e os escrúpulos de uma consciência. Qual foi a secreta falha que nos momentos de crise levou Yorke a trair as pessoas que confiavam nele? Enquanto meditava na sua célula, as recordações se acumulavam na cabeça: uma moça de treze anos a quem amara e abandonara em Mombaça; um homem ferido que abandonara para morrer dentro de um tanque em chamas; um eremita na selva instigado ao suicídio e, por fim um moço de estrebaria, amigo de infância, cuja amizade provocou uma explosão de violência e emoção. O presente romance expõe a vida de um homem sob a luz implacável da autocondenação. É um romance de tremendo impacto e reflete uma consciência de culpa comum a toda humanidade.
