"Mundialização/globalização”, “choque de civilizações”, “sem-documentos”, “divisão social”, “dever de memória”, “desenvolvimento sustentável”, “má nutrição”... Todas essas expressões – e muitas outras – podem ser vistas como fórmulas: em um dado momento da história, elas se impõem ao mesmo tempo como passagens obrigatórias dos discursos e como objetos polêmicos no espaço público. Elas condensam questões políticas e sociais. Cristalizam o debate. Trazem à luz evidências e questionamentos.
