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    Toque-me (Sabrina #26) - Touch Me (Langley Family Trilogy, #1/3)

    Lucy Monroe

    Nova Cultural
    2000
    189 páginas
    6h 18m
    ISBN-1: o
    Português Brasileiro
    3.8
    93 avaliações
    Leram190Lendo1Querem63Relendo0Abandonos1Resenhas3
    Favoritos11Desejados63Avaliaram93

    Índias Ocidentais e Inglaterra, 1820 Poderoso desejo! Criada nas índias Ocidentais, Thea Selwyn é o oposto das donzelas inglesas que Pierson Drake conhece. A espontaneidade e o espírito independente de Thea o fascinam. Os olhos inocentes e expressivos o encantam. O corpo esbelto e sensual é um convite ao pecado, e a intensa reação dela a seu toque é uma tentação irresistível... Durante a viagem que os leva de um paraíso tropical aos sofisticados salões de baile londrinos, Thea e Pierson são arrebatados por uma paixão ilícita. Thea sabe que assim que chegarem à Inglaterra seu segredo será revelado, e teme que Pierson se afaste dela para sempre. O que Thea não sabe é que Pierson também guarda um segredo que o impede de sonhar com a felicidade... A menos que ambos aprendam a confiar um no outro e acreditem que sempre é possível dar uma chance ao amor!

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    Isabela Souza picture
    Isabela Souza19/07/2010Resenhou um livro
    0

    O livro começa em 1797, contando a história de Anna Selwyn, mãe de Thea que é acusada injustamente pelo marido Geoffrey, o conde de Langley de te-lo traído. E por isso ele tira dela seu filho Jared, logo que ele nasce. Por um golpe do destino, ela descobre logo depois que não era apenas um bebê, mas dois. Thea logo em seguida nasce, depois que seu pai sai com Jared nos braços. Com esse prólogo, chegamos a 1820, com Thea morando nas Índias Orientais, com seus tios postiços, os Merewether e como sócia na companhia de navegações deles. E é no depósito da companhia onde conhece Pierson Drake (pausa para suspiros), que é a primeira vista arrogante, autoritário, machista. Mas no decorrer do livro descobrimos como é mesmo Pierson Drake (Lindo, fofo, carinhoso e sensível). Mesmo se o livro não fosse bom, confesso que teria gostado só por causa desse trecho. É sério. — Thea, você me dá a honra de ser minha esposa? [...] — Não posso. — Não? — Obrigada pela proposta, mas não penso em casamento. — Como não? — ele quase gritou. — Não fique bravo, por favor. Nunca lhe prometi casamento. [...] — Vista-se. Ela empalideceu. — Você está bravo comigo? — Não, estou bravo comigo mesmo. — Por quê? — Você me usou! [...] SIM! Foi isso que vocês leram. Pierson disse que Thea o usou. Imaginem o quanto que eu ri HAHAHA O livro é bom mesmo. Ou eu que não teria lido até o final porque o coitado do livrinho está mofado e com CHEIRO de mofado. MUITO AMOR pelas peripécias de Pierson e Thea. - Destaque pro patê de lagostas ;D E dá-lhe Thea nas falsas da dita Alta sociedade. E Pierson sabe como fazer as pazes ;) Eu sou Thea Selwyn (ou Sra. Drake), BJS. (Não pelo Pierson, mas porque ela é foda). http://www.faniquito.net/2011/01/toque-me-lucy-monroe-langley-1.html

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    3.8 / 93
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    • 4 estrelas35%
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    • 2 estrelas6%
    • 1 estrelas4%
    Lucy Monroe profile picture

    Lucy Monroe

    Lucy Monroe acredita que o amor é a emoção mais forte e poderosa que existe, um sentimento capaz de suplantar a dor, a rejeição e as diversidades da vida. Na opinião dela, um romance apaixonado e sensual é uma bela expressão da realidade do amor em forma de fantasia e ao alcance de quem lê.

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    Lucy Monroe