Neste romance o autor relata a luta de um homem pela salvação do país, faz uma dura crítica ao nacionalismo e uma revisão dos primeiros anos da República. Lima Barreto inova a literatura modernista com sua abordagem do cotidiano, dando ênfase à realidade brasileira e aos problemas sociais da época: fábricas, operários, favelas e outros assuntos até então considerados antipolíticos. O autor liberta-se da linguagem culta e procura utilizar uma linguagem mais coloquial, incluindo algumas gírias da época, um pouco de humor na narrativa e a presença de termos ingleses, causando surpresa ao leitor. No decorrer do texto percebe-se com facilidade a presença de variados ambientes e diversos fatos que vão se sucedendo ao mesmo tempo.









