O livro é recheado de emoção, como o próprio autor o é. São cantos de amor para uma musa real, etérea, eterna. A paixão pela vida, pelo carinho e o estar juntos perpassa por todos os poemas, como no fragmento de “Bocas fechadas: As bocas se calam, novamente.../ (...) e emudecidas dizem o que não dizem (...)”.
Enfim, poesia só é compreendida pelo olhar do leitor. Se o meu está extasiado, calado, cúmplice de tanto amor, permita-se você mesmo e afunde neste mar de palavras doces. Por certo, serás tocado por tanta emoção.
Valdeck Almeida de Jesus
28 de setembro de 2012