AVISO: para quem não leu o primeiro livro da série, pode conter spoilers aqui..
Luiz, com a morte de Mick, vem tendo pesadelos e não consegue parar de se culpar pelo que aconteceu ao seu amigo. Celina, esposa de Mick, decide por um fim a agonia de Luiz e o atrai para uma conversa, tenta mostrar a ele que a culpa não foi dele e que ela não o culpa pelo que aconteceu, sendo assim ele tenta retomar a sua vida normal.
Nesse segundo livro, Face a Face, temos novas descobertas sobre a vida passada dos Sete Cavaleiros filhos de Algord e do que realmente aconteceu e do motivo da morte deles.
Em uma visita a Algord o mestre Koor é morto por quem ninguém esperava e nem imaginava que pudesse faze-lo, a identidade verdadeira do Cavaleiro responsável pela sua morte é mantida em segredo e Aydu, que se torna o novo mestre, pretende vingar sua morte.
No funeral do mestre Koor sua mãe aparece e Din, um dos Sete Cavaleiros, se sente muito bem ao lado daquela mulher, ele, a principio, não entende de onde vem essa sensação, uma sensação quase maternal, como se conhecesse aquela mulher de vidas passadas, o que não é inteiro mentira, pois na sua vida passada Din era conhecido como Nelah irmão gêmeo de Kadmoh, Mick, quando os gêmeos nasceram a mãe, rainha Isadora, morreu ao dar a luz ao filho mais novo Kadmoh, que foi ignorado pelo pai e criado, por um breve momento, pela Duquesa mão de Koor. Após um curto período o rei decidiu que o filho deveria crescer no castelo com os irmãos, o que não serviu para a aproximação de ambos.
Din se vê na obrigação de descobrir o que aconteceu no passado e o que esta por vir, após um ataque do império a Ocheam Din vai ao CT – Pratan atrás de respostas e si ve diante de todos os arquivos sobre as vidas passadas dele e dos amigos, descobrindo assim a rainha de Algord e decidindo ir atrás dela que esta escondida em Myatsu, lá Din ao invés de encontrar respostas só encontra mais duvidas e incertezas, sabe o que se passa em seu coração e por isso é impossibilitado de acreditar no que se passa a sua volta.
Esse segundo livro nos mantem entre o presente e o passado de Algord, nos mantem também entre o passado, vidas passadas, e o presente dos Amigos e Irmãos Cavaleiros de Algord. O presente é uma mistura de duvidas e incertezas, muitas vezes nos deparamos com brigas e discussões internas entre os amigos, o que pode enfraquecê-los. Entendemos muitos fatos que não compreendíamos no primeiro livro e ficamos com inúmeras incertezas, nos últimos capítulos principalmente, o que me faz esperar inquieta a continuação, seu terceiro livro.
Como era de se esperar me emocionei muito nos últimos capítulos, especialmente os nove e dez, chorei com uma parte que o Michel sabe muito bem qual é, e como ele me garantiu me surpreendi mais uma vez, nem tudo aquilo que parece realmente é...
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