Entrar
    Book cover
    Compartilhar
    Editar
    • Sinopse
    • Edições0
    • Vídeos0
    • Grupos0
    • Resenhas0
    • Leitores22
    • Similares0
    Skoob logo

    Saiba mais

    Quem somosTermos de usoFale conoscoCentral de ajudaPrivacidade

    Fique por dentro

    Livros em destaque

    Explore

    LivrosAutoresEditorasLeitoresCortesias

    Siga nas redes sociais

    Baixe o app

    Google PlayApp Store

    Maio de 68 - Os Anarquistas e a Revolta da Juventude

    Maurice Joyeux, Hélène Hernandez, Hugues Lenoir, Jean-Pierre Duteuil

    Imaginário
    2008
    136 páginas
    4h 32m
    ISBN-10: 8576630214
    Português Brasileiro
    2.6
    4 avaliações
    Leram10Lendo0Querem12Relendo0Abandonos0Resenhas0
    Favoritos0Desejados12Avaliaram4

    Quarenta anos depois, seria fácil, não apenas na França como também no Brasil, encontrar paralelos entre o que fazem os governos de hoje e o que fizeram os de ontem. As reformas continuam, às vezes como um desconcertante pastiche do que se já viveu. Estes paralelos, que contam o constante risco do anacronismo permitiriam, tornar mais didática a realidade. Entretanto, e acredito ser essa a grande contribuição do debate no qual Joyeux ocupa lugar de destaque, as questões apresentadas não perderam a força. Nas palavras de Castoriadis, Maio de 68 mostrou a necessidade da recusa do “universo capitalista burocrático” e de se envidarem esforços na direção dos movimentos de autonomia. Não falhou em seu intento por que dentro dele, para além das midiáticas personalidades, federavam-se esforços e concentraram-se energias pela força do ideal. A reflexão nele produzida tornou-se substância para os grupos militantes: depois dele ninguém mais podia usar o mesmo velho vocabulário sem algum constrangimento. Para o anarquismo, Maio de 68 talvez tenha provado que tradição não é sinônimo de conservadorismo. Para os que na F.A estiveram nas barricadas, ficou claro a importância da tradição – ou, se quisermos organização – como aporte para o novo. Sem isso, talvez o que aconteceu em Paris não passasse de lembrança. Assim, como testemunho da determinação de quem viveu aquele momento, Maio de 68, 40 anos depois, pode ser incorporado a tradição revolucionária e entregue com dignidade ao presente para se desejar ardentemente o futuro.

    Estatísticas

    Avaliações

    2.6 / 4
    • 5 estrelas0%
    • 4 estrelas0%
    • 3 estrelas75%
    • 2 estrelas0%
    • 1 estrelas25%