This book is my humble attempt to shine a light on the work of the best and wisest I have ever known. He has, I think it is safe to say, elevated the science of detection into an art form. Having been at his side during some of his most remarkable cases, it has fallen to me to bring his achievements to the attention of the wider public. He is, quite simply, the Mozart of criminal investigation. I would say more, but I am flattered and delighted to say that Sherlock Holmes himself has agreed to write a piece for the cover. John Watson * Don't buy this book. The author has transformed what should have been a series of lectures into a gross and tasteless entertainment. The science of deduction is a branch of human achievement requiring serious analysis and yet here I find it lavishly illustrated, disfigured with humour and infested with gossip. Apparently, this kind of sensationalism is required to engage the interest of the reading public, but it is rather like working an office romance into a paper on quantum physics. Only an idiot would be impressed. Help yourself. Sherlock Holmes
Sherlock: The Casebook - The Casebook-BBC Series.
BBC Books
[...] Algo que eu adorei foi que os vários textos de curiosidades e explicações não são somente sobre o programa, mas também sobre Sherlock Holmes em geral. Temos como assunto as adaptações do personagem ao longo dos anos, a vida ligeiramente frustrada de Conan Doyle, os problemas que alguns atores tiveram ao interpretar o detetive; e, claro, vários comentários dos atores e produtores da série sobre o processo de modernização de Holmes e suas histórias. Guy Adams escreve muito bem, sem enrolação nenhuma e de maneira bem simples - dá para arriscar se o seu inglês não passar do básico. Não há nenhum aprofundamento nos assuntos, tudo é descrito de maneira que satisfaça a curiosidade dos menos interessados ao mesmo tempo que atiça a do pessoal empolgado. Se bem que isso me deixou um pouco chateada: eu já sabia de praticamente 90% do que foi escrito. Então, foram poucas surpresas; pelo menos as que tiveram foram ótimas. Só eu não sabia que os filmes do Rathbone também eram contemporâneos?? Agora, eu vou ter que assisti-los... Como não havia muito o que descobrir, o que eu realmente aproveitei do livro foi o arquivo de John onde ele resume suas aventuras com Sherlock. Tenho certeza de que o personagem tinha um caderno bem parecido quando vivia na era vitoriana, para não se perder nos detalhes quando escrevia para a Strand Magazine. Mas imagino que o Holmes só agora parou para discutir com o amigo por meio de post-its - o que o tédio do século XXI não faz...! Basicamente, o arquivo reconta os seis episódios apenas do ponto de vista do John, que é enriquecido por recortes de jornal e relatórios policias (que não se sabe como ele consegue...). É claro que alguns detalhes são ignorados porque, oras, o John não sabe que eles aconteceram - como a situação de Irene; já outros são novidades por não terem aparecido na televisão, como o que houve depois do tiroteio no museu em "The Blind Banker". Ou algumas coisas da vida diária em 221B - sabiam que o Sherlock já entupiu o vaso dando descarga em pedaços de cadáveres? Mais de uma vez. Já faz mais de um ano desde Reichenbach, e sabe-se lá quanto falta para entrarmos na casa vazia. Pode ter certeza de que a leitura de "Sherlock: The Casebook" já vale a pena somente por nos dar um tempinho a mais com os personagens. Resenha completa em: http://ahiddenpalace.blogspot.com.br/2013/01/sherlock-casebook.html
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