O primeiro livro ainda segue sendo o meu favorito, Joana era inocente e estava muito assustada, mas tinha motivos para isso. No segundo livro ela está traumatizada. Achei o segundo capítulo um pouco arrastado, não superou o original. Mas apesar de usarem a mesma fórmula, conseguiu me pegar de surpresa no final ao descobrir quem era o "maníaco" caçador de babysitter. Ok. Não esperava muito da parte 3, mas achei melhor do que o segundo. Não supera o primeiro, mas ao menos conseguiu mostrar uma boa história. Ele nos apresentou novos personagens, inclusive a "nova protagonista": Célia, prima de Joanna. Ah, mas você deve estar pensando: "como que a Joana aceitou mais um emprego de babysitter sendo que ela foi perseguida DUAS VEZES, repito, DUAS VEZES por maníacos (ou apenas um rs) assassinos de babyssiters?". Caro leitor, ela iria trabalhar em uma sorveteria, mas sua mãe achou que seria uma boa ideia (kkk) que ela passasse as férias na casa da prima Célia. Célia é a babá. Mas acaba levando Joanna para o trabalho. Péssima escolha...
Na primeira parte do livro R. L. Stine foca em apresentar os personagens. Nesse meio tempo ele vai nos apresentando às pessoas que podem estar envolvidas com as famosas ligações.
Preciso falar sobre a Joana. Ela está traumatizada, ok. É compreensível depois de tudo o que passou. Mas nesse capítulo ela está muito chata. Qualquer coisinha já perde a cabeça. Tão chata que a sua prima Célia, que no começo parecia ser apenas uma garota bonita e esnobe, se tornou a verdadeira protagonista a partir da metade do livro. E uma ótima protagonista! Rs. Não tenho nada contra a Joana, ela é legal. Mas a Célia é muito mais legal que Joana. É mais forte. Espero que volte no quarto e último capítulo de Babysitter.
Quanto ao "grand finale", adorei! Foi uma reviravolta! Assim como nos desenhos do Skooby Doo, nunca consigo adivinhar quem é o bandido! Haha. A cena final foi um pouco curta como nos anteriores, mas satisfatória. As palavras finais foram bastante inteligentes. Está na lista dos meus favoritos!