Entrar
    Book cover
    Compartilhar
    Editar
    • Sinopse
    • Edições1
    • Vídeos0
    • Grupos0
    • Resenhas35
    • Leitores607
    • Similares0
    Skoob logo

    Saiba mais

    Quem somosTermos de usoFale conoscoCentral de ajudaPrivacidade

    Fique por dentro

    Livros em destaque

    Explore

    LivrosAutoresEditorasLeitoresCortesias

    Siga nas redes sociais

    Baixe o app

    Google PlayApp Store

    O Inquilino -

    Roland Topor

    Amarilys
    2012
    136 páginas
    4h 32m
    ISBN-13: 9788520434031
    Português Brasileiro
    3.8
    251 avaliações
    Leram314Lendo5Querem285Relendo0Abandonos3Resenhas35
    Favoritos7Desejados285Avaliaram251

    Apesar dos vizinhos idosos que reclamam constantemente do barulho à noite, o senhor Trelkovski pensava ter encontrado o apartamento perfeito para um jovem solteiro em Paris. Mas, aos poucos, ele percebe que algo está errado. A antiga inquilina a morar ali encontra-se em coma profundo após uma tentativa de suícidio. E Trelkovski pode estar indo pelo mesmo caminho... A obra-prima do escritor, pintor e dramaturgo Roland Topor, foi imortalizada no cinema pela visão de Roman Polanski (que dirige e protagoniza o filme baseado nela). O Inquilino é um mergulho assustador na paranoia e na loucura, um clássico do terror na literatura.

    Edições (1)

    Ver mais
    • book cover
    Resenhas (35)Ver mais
    Denise Maria Souza João picture
    Denise Maria Souza João27/09/2021Resenhou um livro
    4.5 (Muito bom)

    Terror psicológico dos bons? Temos! Eu amo a produção de terror feita nos anos 60/70: O Bebê de Rosemary, O outro, As possuídas do diabo, A sentinela, As possuídas (sim, alguns títulos em português são péssimos)… e, embora O inquilino estivesse na lista há anos, nunca o havia lido. Apesar de não ser uma história sobrenatural, acho que a tensão criada me lembra estes outros livros. Trelkovsky é um solitário e modesto trabalhador de origem polonesa que, em vias de ser despejado, precisa encontrar outro lugar para morar. Por indicação de um amigo, ele chega a um apartamento de dois cômodos (sem banheiro ou cozinha) e fica muito interessado, mas há um empecilho: a inquilina, Simone, está no hospital entre a vida e a morte por ter se atirado da janela do apartamento. Ele decide, então, visitá-la para se certificar de seu estado. Lá ele conhece uma amiga dela e, constrangido em dizer que estava lá por causa do apartamento, ele finge ser um conhecido. Simone morre e Trelkovsky se muda para a casa que era dela (onde ficaram seus móveis e alguns objetos pessoais) e a partir daí fica obcecado pela história da antiga inquilina. Instável emocionalmente, totalmente inseguro, Trelkovsky começa a achar que há um complô contra ele arquitetado por seus vizinhos. É o tipo de leitura que eu amo, em que as coisas vão ficando cada vez mais tensas e perturbadoras e não sabemos bem o que está acontecendo. Como a narrativa, apesar de ser em terceira pessoa, é totalmente focada na visão de Trelkovsky, temos que ser críticos em relação às suas desconfianças e às afirmações que ele faz. Eu estava achando que tinha entendido tudo e aí veio a cena final e fez BUM!, mas depois assisti a uma análise extremamente detalhada do Claudio Bersot, do canal Caminhos do imaginário, no YouTube, e ela enriqueceu demais minha experiência de leitura. Recomendo fortemente. São quatro vídeos intitulados “O inquilino, livro e filme: I parte” (e assim sucessivamente). Enfim, adorei. Se alguém tiver sugestões de livros de terror psicológico das décadas de 60/70, além dos citados, aceito! Agora vou atrás do filme.

    24 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    3.8 / 251
    • 5 estrelas22%
    • 4 estrelas34%
    • 3 estrelas33%
    • 2 estrelas8%
    • 1 estrelas3%
    Roland Topor profile picture

    Roland Topor

    Roland Topor, pintor, ilustrador, poeta, cançonetista, dramaturgo, encenador, cineasta e fotógrafo, artista francês impossível de catalogar, conhecido pela natureza surrealista de seu trabalho. Ele era descendente de judeus poloneses que se refugiaram na França fugindo do nazismo. Começou por destacar-se com os desenhos grotescos que publicou na revista satírica Hara-Kiri. Vencedor do Grand Prix de L’Humour Noir em 1961, bebeu dos surrealistas e respondeu-lhes com o movimento Pânico, que fundou com Fernando Arrabal e Alejandro Jodorowsky, entre outros. Em texto como em imagens, Topor atira-nos para um mundo do avesso, e a crueldade animalesca, o erotismo, a escatologia e a tétrica ironia das suas obras valeram-lhe o desprezo de críticos, vários projectos ruinosos e ameaças de morte quotidianas. O prazer foi todo dele.

    8 Livros
    1 Seguidor
    Paris, França

    Roland Topor