"A práxis libertária contemporânea deverá se traduzir cada vez mais na crítica do Poder, da Política, do Estado e do Capital. Mas também na intervenção construtiva a partir da realidade local, na defesa da auto-organização e da democracia direta que sustentem um amplo federalismo regional e internacional dos povos. E, na criação de comunidades, cooperativas e outras formas autogestionárias de vida, produção e consumo. Contribuindo assim para uma cultura libertária que abra, desde já, novos espaços de liberdade, de autonomia e criatividade para os que recusam o sistema dominante". Jorge E. Silva
