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    HQ - A revista do quadrinho brasileiro

    Shima, Alexandre Jubran

    Escala
    1998
    84 páginas
    2h 48m
    ISBN-1: 0
    Português Brasileiro
    3.3
    2 avaliações
    Leram5Lendo0Querem1Relendo0Abandonos0Resenhas0
    Favoritos0Desejados1Avaliaram2

    Showtime é sobre escravidão e liberdade, sobre amor. Com exceção do final, a história é meio chata, e a narrativa, pesada. E é curioso ver como a arte de um mesmo autor pode variar entre belíssima e "eca" em uma mesma HQ. Você Não Pode Acordar é só um prólogo, mas parece aproveitar bem a idéia da Zona Orgânica e a arte é boa, apesar de um mau aproveitamento de página. Dinastia também é introdutória, só que mais broxante que a anterior. Não sei por onde começar a falar mal... parece filme de fantasia da Sessão da Tarde, só que muito ruim. A arte (nem sempre) acerta nos detalhes e erra no básico. Nova Lágrima: Eternidades é a segunda parte da história, e me dói não ter lido a primeira. A arte tem um quê de Dave McKean, só que mais esfumaçado. A concepção de mundo é fenomenal, a história é profunda e bem amarrada. Cazzo, quero ler a prmeira parte. Sangue, apesar de ser do Shima, com a narrativa característica, foi do meu agrado. A colocação das cenas tem um efeito bacana e o desfecho surpreende. Na seção Arte do Leitor, o editor comenta a HQ mandada por um leitor (dã). A HQ Bestas é um caso curioso. Não é realmente excepcional, mas tem vários erros (e mesmo "erros") apontados. É curioso porque a revista às vezes publica coisa pior. M.A.R.C.I.O. e A Revolta dos Cartuns, duas de uma página sobre a profissão desenhista. O segundo é melhor que o primeiro. Guerrilha é soberbamente desenhada e tem final surpreendente. Sangue Azul é tosca, sobre vampiros. Resenha disponível em: -http://www.guiadosquadrinhos.com/edicao.aspx?cod_tit=hq040100&esp=&cod_edc=53348

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    Avaliações

    3.3 / 2
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    • 4 estrelas50%
    • 3 estrelas50%
    • 2 estrelas0%
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    Júlio Yoshinobu Shimamoto profile picture

    Júlio Yoshinobu Shimamoto

    Júlio Y. Shimamoto é um desenhista de histórias em quadrinhos brasileiro de descendência japonesa. Particularmente conhecido por seus trabalhos no gênero terror, estreou profissionalmente como desenhista de histórias em quadrinhos em 1959 pela Editora Continental/Outubro, onde desenhou a primeira HQ do Capitão 7, tendo produzido também quadrinhos de artes marciais, roteiros, e quadrinhos eróticos. Trabalhou com grandes nomes nacionais e, entre 1961 e 1964, foi um dos responsáveis pelo movimento de nacionalização dos quadrinhos, ao lado de Mauricio de Sousa, Ely Barbosa, Gedeone Malagola, entre outros integrou a Associação de Desenhistas de São Paulo (ADESP).

    89 Livros
    10 Seguidores
    São Paulo, Brasil

    Júlio Yoshinobu Shimamoto