DILEMAS DO ESTADO CIVIL - Compreendendo pessoas solteiras

    Mariluce Emerim de Melo August

    Esperança
    2013
    192 páginas
    6h 24m
    ISBN-13: 9788578390853
    Português Brasileiro

    É perceptível em nossa sociedade que, atualmente, as pessoas estão se casando mais tarde. Muitas delas optam pelas oportunidades e possibilidades que são mais acessíveis no contexto atual do que na época de seus pais ou avós, como estudar mais, melhorar condições financeiras e buscar projetos profissionais mais ousados para os quais o fato de ser solteiro ou solteira favorece. Mas o sonho de casamento não desaparece para algumas pessoas e muitas delas têm dificuldade de encontrar esse caminho. Por outro lado, também é necessário que se desenvolva, tanto na igreja quanto na sociedade, principalmente entre os casais, outra maneira de pensar a respeito da questão do “ser solteiro ou solteira”. É nesse sentido que o presente estudo visa contribuir, pois parece urgente que se compreenda com menos estranhamento a opção por não se casar, sobretudo quando se trata de uma opção própria, autônoma, consciente e livre. “Com sensibilidade pastoral e precisão metodológica, Mariluce nos introduz nos dilemas da pessoa adulta solteira. A partir de uma pesquisa de campo, uma ampla diagnose é feita, possibilitando compreender a vida e os processos de subjetivação de pessoas solteiras. Mas não só isso: a autora também faz uma prognose, indicando pistas para o aconselhamento e formas afirmativas de vivência em comunidades cristãs.” Klaus Andreas Stange, missionário, coordenador e docente na Faculdade Luterana de Teologia em São Bento do Sul/SC “O que li em Dilemas do estado civil me marcou muito. Conheço bem Mariluce e sua história. Neste livro encontramos seu testemunho que nos ajudará a cuidar de pessoas sozinhas e muitas vezes feridas.” Sergio A. Schaefer, pastor luterano e coordenador de evangelismo da Missão Zero no Movimento Encontrão/Curitiba-PR. Em Dilemas do estado civil – compreendendo pessoas solteiras, a autora Mariluce E. M. August apresenta a relevância do tema “o modo solteiro de ser”, visando uma pastoral adequada a esse público, que necessita ser ouvido, compreendido e aconselhado com base no conhecimento de suas realidades e modos de existir e ser, para que encontre espaço legítimo em suas comunidades.

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