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    A Mediunidade sem Lágrimas (Coleção Espirita) -

    Eliseu Rigonatti

    Pensamento
    1981
    92 páginas
    3h 4m
    ISBN-10: 8531504236
    Português Brasileiro
    4.1
    139 avaliações
    Leram297Lendo33Querem173Relendo1Abandonos5Resenhas11
    Favoritos13Desejados173Avaliaram139

    Autor de várias obras úteis e bem fundamentadas acerca da doutrina espírita, Eliseu Rigonatti oferece agora a seus leitores, em MEDIUNIDADE SEM LAGRIMAS, uma exposição excepcionalmente clara dos aspectos básicos da mediunidade e de como desenvolvê-la e utilizá-la em prol dos ideais espíritas. Conforme diz ele na introdução do presente volume: "As páginas que se vão ler tratam de um dom profundo do Espírito humano encarnado: o dom da mediunidade. Por meio dele entramos em contato com os Espíritos, ou seja, com os desencarnados, aqueles que já, em seu corpo carnal, habitaram a Terra, conviveram conosco, e partiram para a pátria espiritual, invisível para nós. E como o explorador terreno que, antes de se aventurar a uma região desconhecida e que lhe compete explorar, aparelha-se com os petrechos e informações que lhe facilitem a tarefa e o protejam dos riscos a que possa estar exposto, assim aquele que vai contatar-se com os Espíritos deve precaver-se contra os perigos a que se expõe. Posto que não sejam instrumentos materiais, são, contudo, de suma importância, e sem os quais poderá frustrar-se em sua tarefa. Os instrumentos a que nos referimos são: intelectuais, morais, espirituais e materiais." Nota: A primeira edição é de 1981 e é reimpressa desde sempre. Atualmente 20a. ano 2000.

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    Resenhas (11)Ver mais
    Ana Luiza picture
    Ana Luiza08/03/2010Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Adorei esse livro

    Simples e rápido de ler... uma delícia... aumenta o padrão vibratório de qualquer pessoa preocupada em praticar o bem. Um livro que não deve faltar jamais na estante de quem segue o espiritismo. Uma leitura obrigatória ;o)

    5 curtidas

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    4.1 / 139
    • 5 estrelas41%
    • 4 estrelas29%
    • 3 estrelas25%
    • 2 estrelas4%
    • 1 estrelas1%
    Eliseu Rigonatti profile picture

    Eliseu Rigonatti

    Por Sérgio Rigonatti “Escrever sobre meu pai não é tarefa fácil para mim, porque as lembranças sobrevêm aos borbotões. Recordo-me dele escrevendo seus livros em nosso quarto (meu e de meu irmão Arnaldo) na velha escrivaninha, durante as madrugadas frias de São Paulo. Guardo com carinho nossas idas nas manhãs de domingo às aulas de Moral Cristã, ministrada no Catecismo Espírita Emmanuel, do qual foi um dos fundadores. Mesmo quando morávamos longe, em Pirituba (então um bairro distante pelos padrões da época e cuja condução única era o trem), íamos às aulas de catecismo espírita, ministrada pelos meus tios Arlindo e Maria Rigonatti. Meu pai Eliseu nasceu em Santa Cruz das Palmeiras, no Estado de São Paulo, no dia 6 de novembro de 1913. Dos 2 anos aos 10 anos de idade, morou em Barretos e, em seguida, até os 12 anos, em Itambé e, dos 12 anos aos 14 anos em Guaraci, sempre no Estado de São Paulo. Concluiu o curso primário em Barretos, tendo-o iniciado em Itambé, com o professor Amador, do qual guardava caras memórias e sempre se referia a tal mestre com muito carinho. Aos 14 anos veio para a capital de São Paulo e matriculou-se na Escola de Comércio Álvares Penteado, de onde saiu formado guarda-livro, ou seja, em contabilidade. Nesta época, trabalhava durante o dia para estudar à noite. O seu primeiro emprego foi como office boy, na oficina gráfica P. Sarcinelli, onde chegou a ocupar cargos de responsabilidade. Depois trabalhou na empresa de propaganda N.W. Ayer Son. Em seguida, trabalhou na Companhia Dental Primus, fundada por um amigo de infância de Barretos, onde permaneceu até o fechamento da mesma. Com a falência da Companhia Dental Primus, transferiu-se para São José do Rio Preto a convite do Dr. Lotf João Bassi, onde trabalhou por oito anos. Voltando a São Paulo, trabalhou com outro amigo da juventude, Aldino Garcia, na fábrica de blocos “A Camponesa”. Após certo tempo, transferiu-se para hospital psiquiátrico, onde se aposentou como administrador. Em 1939, começou a frequentar o Centro Espírita Mensageiros da Paz, onde estudou o Espiritismo e desenvolveu sua mediunidade juntamente com Corina Antunes Garagarza, Etelvina Antunes e com o auxílio do espírito José Cavalcante de Oliveira, diretor espiritual do núcleo. Foi no então Grupo Espírita Mensageiros da Paz que conheceu sua esposa Cyrennia, que era filha de Corina. Casou-se em 6 de maio de 1944 e teve três filhos: Sergio Paulo, Arnaldo e Ana Maria, a qual nasceu em São José do Rio Preto. Permaneceu no Mensageiros da Paz até mudar-se para São José do Rio Preto, onde filiou-se à Associação Espírita Allan Kardec, a qual deu o melhor de seus esforços por cerca de oito anos. Nesta ocasião, estruturou os trabalhos espirituais que eram realizados no hospital Adolfo Bezerra de Menezes. Recordo-me perfeitamente do aspecto desolador de tal hospital quando nele eu e meu pai entramos em companhia de Rubens de Campos, pela primeira vez. Todos pudemos acompanhar a transformação pela qual passou o hospital no decorrer destes anos de trabalho cujos pilares foram: dr. Orlando Van Erven, Rubens de Campos e Eliseu Rigonatti. Regressando a São Paulo, fundou a Sociedade Paulista de Estudos Espíritas, juntamente com um amigo que lhe era muito caro, Ferez Buzard, que ainda hoje o dirige. Como escritor espírita, fundou o jornal “A Infância Espírita”, cujo primeiro número veio à luz em julho de 1946. Esta publicação, se não foi a primeira, foi uma das primeiras dirigidas à criança espírita. Em decorrência de seu trabalho dentro do Espiritismo, os livros foram surgindo naturalmente: “52 Lições de Catecismo Espírita”, “O Orador Espírita”, “A Mediunidade Sem Lágrimas”, “O Evangelho dos Humildes”, “Os Meus Deveres”, “Manual Prático do Professor de Catecismo Espírita”, “O Espiritismo Aplicado”, “O Evangelho da Mediunidade”, “O Evangelho das Recordações”, “Vidas de Outrora”, “O Livro dos Espíritos para a Juventude”. Este último, é uma interessante adequação do livro básico da doutrina espírita ao nível cultural dos jovens de hoje. Concluindo, posso afirmar que mesmo durante os mais duros golpes da vida, ele passava a todos que o conheciam a imagem da fé em Deus, da esperança e da serenidade. Desencarnou em novembro de 1988. “

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    São Paulo, Brasil

    Eliseu Rigonatti