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    Jovens à mão -

    Roger Peyrefitte

    Tchê!
    1987
    131 páginas
    4h 22m
    ISBN-1: 0
    Português Brasileiro
    3.5
    6 avaliações
    Leram8Lendo1Querem3Relendo0Abandonos0Resenhas1
    Favoritos1Desejados3Avaliaram6

    Se procura um livro irresistível, pegue este. A primeira parte conta um amor homossexual; a segunda, um heterossexual. A ideia é dar assim a volta completa no amor, uma surpresa para os preconceitos hétero e homossexuais, mas que este livro leva a encarar, pela lógica e a vida que contém. Pois se a ideia é curiosa, o romance em que se encarna ainda é melhor. Se procura um livro irresistível, pegue este.

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    Resenhas (1)Ver mais
    Locimar Massalai picture
    Locimar Massalai12/04/2026Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Roger analisa utiliza a história para tecer críticas a instituições sociais e religiosas, revelando tensões íntimas e dilemas éticos!

    1 curtida

    Estatísticas

    Avaliações

    3.5 / 6
    • 5 estrelas17%
    • 4 estrelas17%
    • 3 estrelas50%
    • 2 estrelas17%
    • 1 estrelas0%
    Roger Peyrefitte profile picture

    Roger Peyrefitte

    Roger Peyrefitte foi um escritor e diplomata francês. Nos seus romances tratou frequentemente de temas controversos, como a pederastia e homossexualidade, e as suas obras colocaram-no em rota de colisão com a Igreja Católica. Escreveu abertamente sobre as suas experiências homossexuais no colégio interno (As Amizades Particulares, no original Les amitiés particulières, 1944) o que lhe valeu o cobiçado Prêmio Renaudot em 1945. O livro foi adaptado ao cinema em 1964, mantendo o mesmo nome. Durante a rodagem do filme Peyreitte conheceu o jovem aristocrata Alain-Philippe Malagnac d'Argens de Villele, então com 14 anos, que se tornaria seu amante. Peyrefitte descreve essa relação nos romances O Nosso Amor (Notre amour), (1967) e L'Enfant de cœur (1978). Malagnac casaria mais tarde com a cantora Amanda Lear (alegadamente transexual). No livro As Embaixadas (Les Ambassades), 1951, Peyrefitte descreve os segredos escondidos da diplomacia. Muitos, se não a maioria, dos seus livros tem um tom de fundo pederasta, e nalguns ele explora livremente essa faceta da sua personalidade. Talvez mais do que os seus amigos André Gide ou Henry de Montherlant, Peyrefitte utilizou os seus dotes literários em defesa da pederastia.

    10 Livros
    4 Seguidores

    Roger Peyrefitte