Os tempos de crédito imobiliário farto e demanda aquecida acabaram. O número de lançamentos nos segmentos residencial e comercial estabilizou-se em níveis mais modestos que os de três ou quatro anos atrás. Nesse novo cenário, as construtoras que atuam nesses mercados precisam fazer ajustes em seus custos operacionais para manter margens de lucro satisfatórias. Na engenharia, o reflexo se dá na cobrança por melhorias nos índices de produtividade no canteiro, seja com um planejamento mais otimizado das atividades, seja com a adoção de tecnologias que reduzam o consumo de mão de obra. Na reportagem de capa desta edição, mostramos uma grande variedade de soluções técnicas adotadas em nove empreendimentos em todo o Brasil. Contrapiso autonivelante, argamassa projetada, aço pronto, concreto autoadensável, pintura pulverizada, kits elétricos e hidráulicos são algumas referências que aparecem nas próximas páginas. Mas vale lembrar que a introdução de novidades nos processos construtivos exige planejamento e controle minuciosos, sempre considerando a curva de aprendizado da mão de obra e as possíveis interferências nas atividades já consolidadas da construtora. Qualquer descuido pode transformar aparentes ganhos de produtividade em prejuízos ocultos em planilhas e cronogramas. Renato Faria
Revista Téchne #206 - Produtividade Planejada
não informado
PINI
2014
80 páginas
2h 40m
ISBN-1: 0
Português Brasileiro
Edições (1)
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