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    La Bailarina de Izu

    Yasunari Kawabata

    EMECE EDITORES
    2006
    219 páginas
    7h 18m
    ISBN-13: 9789500427555
    Espanhol
    3.5
    3 avaliações
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    En esta historia lo bello nos rodea cuando, línea tras línea, nos sumergimos en el paisaje japonés junto a un joven estudiante que decide recorrer parte de su país, y se topa de bruces con un grupo de músicos ambulantes. Y con ella, la pequeña bailarina y su tambor. Al más puro estilo de la literatura medieval japonesa, Kawabata nos lanza, con este primer relato, al estilo que será característico en toda su obra. Cargado de un fortísimo lirismo, tanto que podemos pensar que estamos leyendo poesía, y a través de pequeñas pinceladas impresionistas, nos muestra algo que pudo ocurrirle a él mismo.

    Resenhas (1)Ver mais
    Diogenes  picture
    Diogenes 05/10/2021Resenhou um livro
    4 (Muito bom)

    Muito simples mas bonito

    A sutileza das palavras é muito bonito. O mérito do livro é do lirismo, a estória em si não é grandiosa, mas talvez seja isso que faz dele tão belo.

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    Avaliações

    3.5 / 3
    • 5 estrelas33%
    • 4 estrelas33%
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    Yasunari Kawabata

    Prêmio Nobel de 1968, Yasunari Kawabata é considerado um dos representantes máximos da literatura japonesa do século XX. Nascido em Osaka em 1899, interessou-se por livros ainda adolescente, principalmente clássicos do Japão, que viriam a ser uma de suas grandes inspirações. Kawabata estudou literatura na Universidade Imperial de Tóquio e foi um dos fundadores da Bungei Jidai, revista literária influenciada pelo movimento modernista ocidental, em particular o surrealismo francês. Acompanhado de jovens escritores, defenderia mais tarde os ideais dacorrente neo-sensorialista (shinkankakuha), que visava uma revolução nas letras japonesas e uma nova estética literária, deixando de lado o realismo em voga no Japão em prol de uma escrita lírica, impressionista, atravessada por imagens nada convencionais. Ao contrastar o ritmo harmônico da natureza e o turbilhão da avalanche sensorial, Kawabata forjou insólitas associações e metáforas táteis, visuais e auditivas que surpreendem por revelar os processos de fragilização do ser humano diante do cotidiano, numa composição surrealista de elementos da cultura e filosofia orientais, personagens acuados e cenários inóspitos. Sua obsessão pelo mundo feminino, sexualidade humana e o tema da morte (presente em sua vida desde cedo, sob a forma da perda sucessiva de todos seus familiares) renderam-lhe antológicas descrições de encontros sensuais, com toques de fantasia, rememoração, inefabilidade do desejo e tragédia pessoal. Desgastado por excesso de compromissos, doente e deprimido, Kawabata suicidou-se em 1972.

    38 Livros
    234 Seguidores
    Kinki, Japão

    Yasunari Kawabata