Décimo-nono volume da saga Discworld e terceiro do arco Guardas da Cidade.
É inicialmente uma sátira de Pratchett em torno das famosas séries de detetives como CIS e derivados. Assim, temos um rol ainda maior de personagens dentro da Guarda para auxiliar Vimes na busca pelo envenenador do Patrício, com direito a perícia de alquimistas, a concepção de pistas, planos maquiavélicos envolvendo a monarquia e, é claro, a reviravolta.
Um dos grandes temas mundiais e que autores ingleses evitam como a praga é o tema escravidão. Tudo bem se eles forem os libertadores dos povos oprimidos, contudo se alguém resolve colocar que a Grã-Bretanha, ou Ankh-Morpork, usufruiu de trabalho escravo por muito tempo - melhor usar uma metáfora.
Ei que ressurgem os Golens. Esses construtos já haviam sido mencionados em obras anteriores, mas aqui são colocados como suspeitos de crimes e agentes revolucionários, o que se torna apenas um passo para a famosa pergunta, "O que é vida afinal?".
Recomendo.