A Esfinge da Alvorada (Crônicas de Leemyar #03) -

    Eddie Van Feu

    Editora Linhas Tortas
    2016
    328 páginas
    10h 56m
    ISBN-13: 9788598428437
    Português Brasileiro

    Depois da emboscada que sofreram do necromante Algol, os aventureiros do baronato de Leemyar tentam curar suas almas feridas. Quando a amizade e o amor começam a florescer, no entanto, uma maldição muda o rumo de suas vidas. Envolvidos em uma trama política que se desenvolve na capital Gramorruá, eles precisam partir em uma longa jornada a terras desconhecidas para evitar uma guerra que pode dividir o reino. Encontrando criaturas terríveis, eles precisam sobreviver não só aos obstáculos, mas superar suas próprias fraquezas. De sua vitória ou fracasso depende a paz de Celtária.

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    Meg Mendes27/02/2019Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Aventura maravilhosa!

    “A maioria das pessoas gostam de rosas sabe por quê? Porque eles nunca viram uma flor do deserto. A flor do deserto é rara, única, uma prova do Impossível. ela nasce onde não deveria, espalhando vida e cor onde não há nada para sustentá-la nem ninguém para admirá-la.” (pág. 232) E eis que as circunstâncias leva o grupo para terras que eles nunca imaginaram visitar. Eles nunca haviam ido tão longe, nunca haviam passado dos limites do Reino e se viram tão longe de casa que o medo era grande, mas a necessidade de estarem ali, naquela missão. era maior. No começo do livro os guerreiros ainda estavam tentando lidar com o que aconteceu antes (no livro 2) e com as marcas que isso causou. Voltar à vida cotidiana depois de um grande evento é difícil, mas eles faziam seu melhor. Então eles precisaram partir novamente, desta vez para mais longe. Enfrentar ao Deserto das Mil Mortes, um lugar inóspito, não era o que eles queriam. E o local tinha esse nome por um motivo! Só posso dizer que é um livro magnífico, tanto em enredo quanto em escrita. A escritora consegue te transportar para dentro da trama e você sente a angústia e alegrias dos personagens e se afeiçoa por eles de uma forma tão divina que parece que são velhos conhecidos. “Que o caminho vem eu tenho um encontro Que o vento sempre sopre às tuas costas... e a chuva caia suave sobre teus campos E até que voltemos a nos encontrar... que os deuses te sustentem suavemente na palma de suas mãos” (pág. 315)

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