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    Poesia Completa de Álvaro de Campos -

    Fernando Pessoa

    Nostrum Editora
    2014
    254 páginas
    8h 28m
    ISBN-10: B00KCWVCSA
    Português
    4.5
    16 avaliações
    Leram21Lendo3Querem19Relendo0Abandonos0Resenhas2
    Favoritos4Desejados19Avaliaram16

    Entre todos os heterónimos, Álvaro de Campos foi o único a manifestar fases poéticas diferentes. Houve três frases distintas na sua obra. Começou a sua trajetória como decadentista (influenciado pelo Simbolismo), onde exprime o tédio, a náusea, o cansaço e a necessidade de novas sensações para fugir à monotonia. Depois passou para uma fase modernista ligada movimento do Futurismo/Sensacionismo, expresso por uma exaltação ao Mundo moderno, do progresso técnico e científico, da industrialização e da evolução da Humanidade, numa uma atração quase erótica pelas máquinas. E por último uma fase mais intimista e pessimista, chamada Fase Abulicólica marcada pelo sentimento de vazio, em que ele se sente um marginal, um incompreendido, fechado em si mesmo, angustiado, cansado, nostálgico e com descrença em relação a tudo. Muito diferente dos seus congéneres heterónimos mais conhecidos como Alberto Caeiro, que considera a sensação de forma saudável e tranquila mas rejeita o pensamento, ou de Ricardo Reis, que advoga a indiferença olímpica, Álvaro de Campos procura a totalização das sensações, conforme as sente ou pensa, o que lhe causa tensões profundas. É nesse sentido que se aproxima muito do próprio Fernando Pessoa.

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    D T G picture
    D T G15/01/2021Resenhou um livro
    4.5 (Muito bom)

    Viagem de sensação e reflexão

    A viagem pelos versos deste engenheiro naval foi por vezes triste, por vezes agitada, por vezes solitária. Que forma de mexer com sentimentos e deixar rastros de pensamentos. Um dos que mais gostei foi: “Ode Marítima”. Pessoa, obrigado por Álvaro de Campos.

    2 curtidas

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    4.5 / 16
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    Fernando António Nogueira Pessoa profile picture

    Fernando António Nogueira Pessoa

    Fernando António Nogueira Pessoa, mais conhecido como Fernando Pessoa, foi um poeta e escritor português. É considerado um dos maiores poetas da Língua Portuguesa, e da Literatura Universal, muitas vezes comparado com Luís de Camões. O crítico literário Harold Bloom considerou a sua obra um "<i>legado da língua portuguesa ao mundo</i>". <br> Por ter crescido na África do Sul, para onde foi aos sete anos em virtude do casamento de sua mãe, Pessoa aprendeu a ler e escrever na língua inglesa. Das quatro obras que publicou em vida, três são na língua inglesa. Fernando Pessoa dedicou-se também a traduções desse idioma. <br> Durante uma vida discreta, trabalhou em Jornalismo, em Publicidade, no Comércio, ao mesmo tempo que compunha a sua obra literária. Como poeta, desdobrou-se em diversas personagens conhecidas como heterônimos, objeto da maior parte dos estudos sobre sua vida e sua obra. Centro irradiador da heteronímia, autodenominou-se um "<i>drama em gente</i>". <br> Fernando Pessoa morreu de cirrose hepática aos 47 anos, na cidade onde nasceu. Sua última frase foi escrita em Inglês: "<i>I know not what tomorrow will bring… </i>" ("Não sei o que o amanhã trará").

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    Fernando António Nogueira Pessoa