O final ficou a desejar, mas atingiu o objetivo no propósito que a HQ procurou instigar - uma harmonia entre os desiguais.
Na última edição restara Vampirella, alguns humanos e o outro vampiro (que na verdade é uma vampira descendente de Nosferatu, coisas do surrealismo mais gritante da história, que só agora o mané aqui percebeu). Entre eles a ameaça dos aliens.
Enfim, há uma aceitação mútua e as derradeiras páginas trazem um duelo sacrificial entre a vampira Nosferatu e a rainha alien para a sobrevivência dos demais (logo ela, até então dominada por interesses próprios, dá uma de heroína...). Fato introduzido para reforçar o que ela havia percebido sobre integração e falado, na despedida, para os demais: sobre "não estragar tudo", como fizera seus antecedentes e os humanos.
Fim. Logo vi que era uma HQ que direcionava-se para essa mensagem. Por isso não desviaram a atenção para uma Vampirella em seu melhor estilo sex symbol, como os caras da capa faziam o leitor comprar a ideia inicialmente
...É, mas agora também quero curtir uma HQ dela nesse poder rubro deliciante (KKKK!). Veeeeeeenha!