Esse é o segundo romance que leio dessa autora e chego ao mesma conclusão: eles são apenas OK. Mas não me entendam mal, o problema não é necessariamente a autora, o problema sou eu, a leitora. Ultimamente tenho ficado mais ranzinza com minhas leituras e se o estilo de escrita do autor não me prende, apesar do plot interessante, então tudo vira apenas O.K. Portanto, não se baseie em minha opinião para decidir se lerá ou não esse livro.
Ainda assim, necessito expressar minha opinião. A ideia central para a trama é boa, com toques de humor, o enredo em si tem muita coisa interessante sobre a cultura das Highlands que mostram um bom trabalho de pesquisa por parte da autora. Porém, não houve absolutamente nada que surpreendesse e, principalmente, justificasse 300 e tantas páginas. Cento e cinquenta, como muito duzentas, e estaria aí uma leitura que realmente não passaria tão batida com um mero "OK, é isso".
Se tem uma coisa que me irrita são repetições. Odeio quando uma história fica dando voltas e voltas num mesmo ponto, que nem é crucial para história, só para encher páginas. E é o que acontece! Tanto nesse como no outro que eu li da autora e em muitos outros livros de autores diferentes. Não sei se isso acontece por exigência das editoras ou se não houver determinado número de página não é bem aceito pelo público. E se for ambos os casos, quem foi que disse que para um livro valer a pena tem que ter centos de páginas? Sério, gente! Eu digo mais vale um livro com 50 páginas bem escrito que esse mundaréu de palavras que nem "fede nem cheira"