Tive mais interesse pelas reportagens sobre a Páscoa e sobre Evangelhos Apócrifos.
Na questão da Páscoa mostrou-se o significado no contexto judaico (a saída do cativeiro no Egito), no contexto cristão (ressurreição de Jesus) e na representatividade atual (paganismo e comércio). Nenhuma novidade.
Em relação aos Evangelhos Apócrifos, vemos tanto entusiasmo e supervalorização em detrimento da Bíblia. Para mim tem a mesma fundamentação no que existe hoje a torto e a direito falando sobre Cristo como bem queira - embalo oportunista. Nenhuma novidade.
Outras abordagens da edição foram:
A mitologia egípcia. Acho curioso aquele aspecto de monoteísmo no reinado de Akenaton e politeísmo restaurado depois de sua morte. Manobras pelo exercício do poder, centralizado no faraó e depois repartido entre os descontentes sacerdotes.
Xamanismo, creditada como a religião no estado mais primitivo, surgida a partir de uma forte interação com a natureza.
Budismo e Espiritismo, que tem algo parecido em relação à karma e reencarnação.
Não creio em um monte dessas coisas, mas gosto de ler algo relacionado.