Entrar
    Book cover
    Compartilhar
    Editar
    • Sinopse
    • Edições1
    • Vídeos0
    • Grupos0
    • Resenhas1
    • Leitores44
    • Similares0
    Skoob logo

    Saiba mais

    Quem somosTermos de usoFale conoscoCentral de ajudaPrivacidade

    Fique por dentro

    Livros em destaque

    Explore

    LivrosAutoresEditorasLeitoresCortesias

    Siga nas redes sociais

    Baixe o app

    Google PlayApp Store

    O Herói (Coleção A magia dos mitos) - Todos Nascemos Para Ser Heróis

    Lutz Muller

    Cultrix
    1992
    131 páginas
    4h 22m
    ISBN-10: 8531601878
    Português Brasileiro
    3
    10 avaliações
    Leram20Lendo1Querem22Relendo1Abandonos0Resenhas1
    Favoritos1Desejados22Avaliaram10

    Neste livro o autor revela o verdadeiro caminho do herói - o caminho da individuação e da vida criativa; o caminho da mudança que, através da morte, leva a uma nova vida. E, ao convidar o leitor a refletir sobre a história do seu herói preferido, mostra que esse caminho não está reservado a uns poucos escolhidos, mas que todos nós - homem ou mulher - nascemos para ser heróis.

    Edições (1)

    Ver mais
    • book cover
    Resenhas (1)Ver mais
    Lucas Franke picture
    Lucas Franke03/07/2022Resenhou um livro
    3 (Bom)

    O Herói: Todos Nascemos Para Ser Heróis

    Neste livro, o analista junguiano Lutz Müller revela o caminho do herói — sua importância no que tange ao caminho da individuação e da vida criativa; e o caminho da mudança que, através da morte, leva a uma nova vida. Se trata do primeiro volume da Biblioteca Psicologia e Mito, por onde o autor reflete sobre a história da figura do herói e mostra que seu caminho não está reservado apenas a poucos escolhidos, mas que todos nós podemos o ser. Ele traz exemplos desde os mais mitológicos, até os mais psicanalíticos, fundados numa análise de sonhos, mitos, e de sua significação. Victor Brombert, no livro “Em Louvor de Anti-Heróis”, demonstra como a ação humana depende do significado dado a ela e na repercussão de seu ato heróico, necessitando, assim, de um contraponto para estimulá-lo (isto é, a figura de um anti-herói). Müller amplifica a ideia de caráter pedagógico, modelar e exemplar dos heróis, ao defender que todos têm um herói dentro si, precisando apenas superar seus medos e estruturas internas de personalidade — uma vez que os heróis são modelos de comportamento coletivo e estímulos de aprendizagem. Em outro estudo, uma tese de Elton Oliveira Souza de Medeiros (2006), analisa-se o poema épico Beowulf e sua importância para a sociedade anglo-saxônica. No período em que ele chama de “alfrediano” (final do século VIII e início do XI) é que Beowulf e outros textos heróicos ajudaram a modelar a aristocracia germânica guerreira (e cristã) em tempos de Reconquista. Tanto a mitologia quanto a cultura de massa atual (o cinema estadunidense, por exemplo) abarcou a figura do herói — ou heroína — cada vez mais. Em alguns exemplos, essa figura se dá em obras esdrúxulas, como “Tróia” (Troy, 2004), que entrega os moldes em uma contemplação de “imagem pela imagem”, a identificação mais débil com os personagens e sua identificação textual autocentrada nos módulos do espetáculo; ou exemplos mais categóricos, que não pecam na categorização do herói e, pelo contrário subvertem-a, tal como em Megamente (Megamind, 2010). Para Müller, muitos indivíduos receptores se identificam com o herói, pois o tem como defensor da sua própria causa. Solidarizam-se com as suas batalhas, seus medos e seus sofrimentos; suas vitórias e derrotas, e sua luta pela sobrevivência. Ainda que alguns relatos ou análises simbólicas que o autor realiza pareçam um tanto inverossímeis e difíceis de se acreditar, ainda assim sua projeção parece bem didática na medida do possível.

    1 curtida

    Estatísticas

    Avaliações

    3 / 10
    • 5 estrelas20%
    • 4 estrelas20%
    • 3 estrelas30%
    • 2 estrelas10%
    • 1 estrelas20%