O elo que nos une - Romance mediúnico pelo espírito Emílio

    Eliana Floriano

    EME
    2008
    174 páginas
    5h 48m
    ISBN-13: 9788573533927
    Português Brasileiro

    Qual será o elo que nos une? Não são todas as pessoas que um dia já pararam para pensar nisso! Entretanto, independente do questionamento de cada um, vínculos foram e são formados por todos os espíritos, quer estejam encarnados oi não, e por isso, a decisão do reencarne junto a estes é muito comum para que o reajuste seja feito... É verdade que não são todas as pessoas que acreditam nisso, porém não é difícil de encontrar espíritos encarnados que dizem ter problemas de relacionamento graves com seus pais, irmãos, enfim, com entes mais próximos. Será que é um problema de personalidade dos envolvidos na relação? Será que tudo não passa de uma mera coincidência? Algumas pessoas podem defender que sim, porém, nós, espíritas, não acreditamos em coincidências e sabemos que Deus, Pai Misericordioso, permite-nos decidir nosso caminhos, contudo as reparações aos injustiçados, precisam ser sanadas por meio do amor e do perdão, a fim de que todos sejam felizes e evoluam cada vez mais a caminho da perfeição.

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    Adamastor 19/12/2025Resenhou um livro
    1.5 (Ruim)

    Passa nos Crivos de Kardec?

    É uma outra daquelas estórias com o entrelaçamento de vidas, desde o tempo do Cabral em Portugal, aqui com escravidão até... bem água com açúcar, no estilo da Dona Zíbia G. (Tem uma outra resenha onde o Skoober conta a estória toda, sem aviso de spoiler!) No fundo é o mesmíssimo roteiro de vários outros livros com desencarne, hospital, passeio no jardim, cidade no além, departamentos, ministros, umbral... O conselho de Kardec sempre me obriga a olhar com lupa, passar por vários testes e crivos. E parece que tem uns dois furos meio grandes na continuidade ou 'timing' da estória! A Rita desencarnou e tinha três irmãos com idade próxima - afinal era no império, ainda havia a escravidão! Muito tempo passou de sua 'morte'. Veio a Lei Áurea. Tem até um capítulo chamado Trinta Anos Depois! Daí o pai também desencarnou, portanto pelo menos uns trinta anos depois dela. Há então uma confluência de fatos: a chegada de Hélio (logo após o desencarne) e Emília no Hospital e um despertar de Rita. Viúva a mãe de Rita, Lucia, foi morar com um filho na cidade, Pedro. Que não pode ter menos de quarenta anos! Logo depois do desencarne do bom Hélio, bastante envelhecido (tempus fugit), Rita consegue visitar a mãe na casa do irmão e lá tem seus sobrinhos, ainda crianças, (ainda criancinhas!) no começo do século XX! Muito improvável. Não cheira bem nem parece razoável pois a mãe estaria beirando os sessenta ou setenta e o irmão acima dos quarenta e com crianças pequenas nos 1900 e pouco? Outro "detalhe": o Coronel, DUAS VEZES SUICIDA, já chega no hospital! Ficou horas no Umbral?Mas se ele acabou de pular da ribanceira, não fez nada do que havia planejado, e tinha vindo de um segundo suicídio! Para quem leu Memórias de Um Suicida, parece bem improvável que o Ferdinando Farmigildo tenha ficado tão pouco no vale dos suicidas! Empulhação? Distração? Vale o esforço doutrinário etc, mas se tem essas imprecisões, o que podemos concluir? Mais um detalhe: o prefácio é de ElianE Floriano enquanto a autora é ElianA Floriano. Até o nome?

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